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Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos. Provérbios 16:3

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Vencer o Desânimo



Num museu norte-americano existe uma picareta corroída e velha que pertenceu a um pesquisador de ouro. Ele tinha chegado à conclusão de que em certo lugar havia um filão de ouro. Durante anos trabalhou sem descanso para localizar o tesouro escondido.


Finalmente, desanimado, atirou a picareta que se enterrou no solo e comentou: "Este é o fim", e abandonou o trabalho. Passados anos descobriu-se um filão de ouro a quatro metros da picareta abandonada. Entretanto, o explorador morrera e a picareta jazia quase desfeita. Tivesse combatido o desânimo, seria rico.

O desalento não é apenas fruto da nossa época. Há muitos séculos o rei Davi sentiu-o, mas soube vencê-lo: "Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, na salvação da sua presença" ( Salmo: cap. 42, verso 05 ). Os seus inimigos diziam-lhe constantemente: Onde está o seu Deus? Quando começou a olhar para o alto, alcançou a paz de Deus para a sua alma perturbada.


Se Davi encontrou ajuda, também nós no século XX a podemos encontrar. Deus tem um plano para você. A Bíblia nos afirma que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. Quando você atravessar águas profundas na vida espiritual, em busca da vontade de Deus, lembre-se de que as estrelas só brilham de noite. Às escuras é que se aprecia a sua beleza. Saiba como vencer o desânimo, num processo de intimidade com Cristo Jesus.


 

quarta-feira, 23 de abril de 2014

A 'Máquina' da Doçura!

Às vezes me pego pensando: “por que quando somos criança queremos tanto crescer?!” É uma vontade tão grande de chegar à vida adulta, que poderíamos dizer que é quase incontrolável. Essa vontade, esse desejo, esse impulso de ser adulto nos impede de perceber algumas facetas tão particulares e preciosas dessa fase singular que é a infância. Dentre essas, uma se destaca: a imaginação! Quando criança, imaginamos o tempo todo, e o melhor, não é preciso fazer força para isso, é natural, completamente natural.

Não consigo entender como essa capacidade é praticamente perdida quando atingimos a adolescência, juventude e vida adulta. O praticamente, confesso, é um eufemismo, pois é devido a muito esforço, que aqui, e ali, conseguimos algo parecido com a imaginação infantil. O que antes fazia parte do nosso cotidiano, agora parece ser uma habilidade um tanto quanto incomum.

Lembro bem de um quadro, uma tela pintada a óleo que tínhamos em casa quando eu era criança. No quadro havia uma paisagem com alguns coqueiros, uma casa na praia, o mar, uma jangada e alguns pássaros. Consigo recordar como se fosse hoje todos os filmes que eu criava com aquela imagem estática diante dos meus olhos. E o que me espanta, ao recordar disso, é com que rapidez, segurança e convicção, eu inventava todas aquelas estórias. Não eram simples fantasias infantis, mas construções a partir dessa capacidade tão singular àquela fase, a imaginação.

Diante disso surgem algumas dúvidas. Seria uma mudança fisiológica? Uma mudança na química do nosso cérebro? Sim, seria ela a responsável pela quase que falência dessa capacidade imaginativa que tínhamos quando criança? Ou será que é uma mudança psicológica? Poderia ser a soma das experiências boas e ruins – pelas quais fomos passando – a responsável pela alteração da nossa forma de ver, sentir, conviver com o mundo a nossa volta? Ou quem sabe, podemos apontar outra razão para o sumiço de nosso desvairar imaginativo: uma mudança sociológica? Os diferentes meios de convívio da fase da adolescência, juvenil e adulta, que sufocando o poder imaginativo, acabam por enfraquecê-lo, atrofia-lo e praticamente, extingui-lo? Pelo menos algo é possível afirmar: não é o compromisso de seguir a Jesus que interfere em nossa imaginação. Basta uma espiada no conjunto de suas aulas, proclamação e ensino, e logo veremos a constância com que Ele apelava à imaginação dos seus discípulos. Jesus usava a imaginação dos seus ouvintes e seguidores como uma ferramenta de trabalho.

Além disso, lembrem-se que Jesus disse que o Reino é para os que se assemelham as crianças:

“E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus.” (Mateus 18.3)

“Trouxeram-lhe, então, algumas crianças, para que lhes impusesse as mãos e orasse; mas os discípulos os repreendiam. Jesus, porém, disse: Deixai os pequeninos, não os embaraceis de vir a mim, porque dos tais é o reino dos céus.” (Mateus 19. 13-14)

É impossível pensar numa criança e não associar a ela essa pulsante característica: a imaginação.

Deixe-me explicar o porquê de tanta ênfase e destaque a imaginação. Acontece que fiquei impressionado e ao mesmo tempo fui levado aos pés de Jesus, enquanto folhava um jornal local. No jornal havia um encarte especial com vários desenhos infantis, relacionados a diferentes temas. Um dos desenhos chamou muito minha atenção. Era de uma menina de onze anos, que diante do tema “Quero ser Cientista”, dizia querer inventar a máquina que transforma pessoas amargas em pessoas doces. Isso mesmo, uma garotinha de onze anos tinha como desejo ser cientista, e isso, para criar uma máquina que transforma uma pessoa amarga em uma pessoa doce. No seu desenho ela colocou o seguinte título: “MÁQUINA PARA PESSOAS AMARGAS FICAREM DOCES”.

Em um momento como esse você tem vontade de rir, chorar, conhecer a menina, e sem dúvida alguma, também fica profundamente frustrado por olhar para si mesmo e não saber responder a uma pergunta instantânea: onde ficou minha imaginação?! Ser cientista para fazer uma “máquina para pessoas amargas ficarem doces”? Confesso, fiquei profundamente impressionado com a imaginação da menina, e, foi nesse momento, que me encontrei literalmente aos pés do Amado. Sim, o lugar onde se aprende aquilo que ninguém poderá tirar de nós. O lugar que Maria, mesmo diante da agitação de sua irmã Marta, não deixava de jeito nenhum. O lugar dos tesouros eternos. Não apenas o lugar das curas, libertações, salvação, mas o lugar onde é possível ver a Palavra de Deus encarnada. O lugar onde está Àquele, que só Ele, tem as palavras de vida eterna. Ali, nesse lugar indefinível, fui levado a compreender que apesar de a “maquina para pessoas amargas ficarem doces” ser uma criação possível apenas na imaginação daquela ilustre garotinha de onze anos, havia a possibilidade de pessoas amargas se tornarem doces: um relacionamento com o Espírito Santo!

Falar de relacionamento com o Espírito Santo não é tão simples, aliás, esse é um assunto onde à imaginação de algumas crianças grandes, já geraram inúmeros problemas. Na verdade, são praticamente dois mil anos de história da Igreja, e não temos uma respeitada teologia bíblica sobre a pessoa do Espírito Santo. Aqui e ali, vemos tentativas, algumas boas, outras nem tanto. Mas é preciso mais, é preciso levar a Igreja de Jesus não apenas reconhecer o Espírito Santo como pessoa, mas direcioná-la ao caminho de um verdadeiro relacionamento, que é vital para que nos assemelhemos Jesus. Doces como Jesus!

Acompanhe o que Deus revela ao ser humano através das palavras de Paulo:

 “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.” (2 Coríntios 3.18)

Agora acompanhe o mesmo texto, segundo a versão bíblica conhecida como a Nova Versão Internacional:

“E todos nós, que com a face descoberta contemplamos a glória do Senhor, segundo a sua imagem estamos sendo transformados com glória cada vez maior, a qual vem do Senhor, que é o Espírito.” (2 Coríntios 3.18 – NVI)

Essas palavras do apóstolo Paulo aos coríntios nos apresentam duas verdades claras. Essas verdades são estímulos, incentivos, encorajamentos, a sermos pessoas doces.

A primeira, é que nós que estamos aliançados com Deus, estamos sendo transformados à imagem de Jesus. Doces como Jesus. É fato, é um processo, um processo contínuo de mudanças que nos levam a ser parecidos, mais e mais, com Ele. Aleluia! Podemos sim ser doces como ELE.

E a segunda, é que o responsável por essa mudança, por essa transformação, é o Espírito Santo. Podemos não ter a máquina de tornar pessoas amargas em pessoas doces, mas temos a real e inigualável possibilidade de experimentar essa mudança através do relacionamento com o Espírito Santo. Insisto, se a máquina de tornar pessoas amargas em pessoas doces só é possível na imaginação daquela garotinha de onze anos, a real possibilidade de uma pessoa amarga se tornar doce existe: é através de um autêntico relacionamento com o Espírito Santo!

Fico profundamente entusiasmado, e aqui entusiasmado quer dizer, cheio de ânimo, ao ver que essa é justamente a idéia de Deus para nós: sermos pessoas doces. Quando Deus inspirou Paulo a escrever aos gálatas ele poderia ter utilizado qualquer outra referência, qualquer outra figura contrastante com as obras da carne, mas ELE fez Paulo se referir ao conjunto de características da vida do Espírito Santo, como fruto! Qual a característica marcante de um fruto? Sua doçura! Obviamente os críticos podem pensar em um limão, em um jiló ou em qualquer outro fruto que não fosse doce, mas seria no mínimo um insulto comparar o fruto do Espírito a um de sabor que não o doce, ou ainda, pensar em suas características: amor, alegria, paz…, como não sendo perfeitamente correspondentes a doçura.

Entenda, enquanto o Espírito Santo for apenas uma desejada fonte de poder, você deixará de experimentar a melhor parte: ser feito doce, doce como Jesus! Entregue-se a um relacionamento com o Espírito Santo, deixe o Espírito Santo fazer de você uma pessoa doce ou se você preferir, um doce de pessoa.
Autor: L. R. Meier

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Os Presentes e os Pardais


Um helicóptero sobrevoou a cidade jogando brinquedos. Ouvi o barulho das crianças e sai até o portão. Eram dezenas delas carregando bolas coloridas e apesar de não caber mais presentes nas pequenas mãozinhas, olhavam sorridentes para o céu aguardando mais novidades. Os adultos também se mostravam surpresos e felizes, afinal um gesto de tamanha bondade era raro de se ver, quem sabe somente de ano em ano, no Natal, quando os corações ficam mais solícitos a doação.
A cena me fez refletir sobre Deus e Sua bondade. Todos osdias Ele envia presentes do céu para cada um de nós. Alguns reconhecem que tudoprovêm do favor Divino, os bens mais preciosos que de tão acostumados que estamos com eles, sequer lembramos de agradecer : o ar que respiramos, a brisa que balança as folhas das árvores, os sorrisos que atravessam nossos caminhos. E estamos sempre aguardando mais do que nos falta ou do que temos de sobra.
Tudo é milagre, mas não nos damos conta, até que a ausência de qualquer coisa nos assalte e percebamos o imenso valor do que se perdeu. Usando um exemplo próximo e real, meu amado esposo Franklin quebrou um ossinho do pé direito chamado quinto metatarso, faz dois meses e já está recuperado, mas ficou a lição: o pequeno se tornou gigante e tivemos que mudar toda rotina. Quanta falta fez caminhar!
Durante esse período, constatamos o desprezo das instituições para com os cadeirantes: dificuldade para encontrar rampas e cadeiras de rodas em bom estado para movimentar-se, lembro de passar sufoco em um supermercado empurrando uma cadeira com pneu furado . E só nos demos conta da dimensão do problema, quando passamos por ele. Todos osdias pessoas com necessidades especiais são ignoradas em seus direitos de ir e vir, mas como estamos tão ocupados conosco, não nos incomoda.
E essas lições fazem falta em nossas igrejas. Imploramos por milagres, coisas grandiosas e sobrenaturais, enquanto isso o sobrenatural milagre do amor e da gratidão está distante, perdido em lugares sedentos e secos que aguardam pelo menos gotas de águas que sejam. Estamos como as crianças com olhos fitos no céu, de mãos cheias e querendo mais. E se pelo menos nossos corações tivessem a pureza da infância, o mundo seria outro, nós seríamos o outro, o amor seria viver e não 'troco'.
  “E perguntou-lhes: Quando vos mandei sem bolsa, alforje, ou alparcas, faltou-vos porventura alguma coisa? Eles responderam: Nada.” Lucas 22:35
Essa passagem do Evangelho, sempre fala muito comigo. O tempo era distinto: sem a tecnologia, os muitos shoppings , lojas de luxo, mas o cuidado de Deus para com seus filhos não mudou. Salvar pessoas era mais importante que demonstrar riquezas. Humildade, simplicidade e fé eram prioridades. Será essa uma mensagem ultrapassada?!
Por que se fica tão ansioso com tudo e se precisa comprar tanto?
As maiores riquezas não estão à venda, são gratuitas e vêm de Deus em favor diário para nós. Que possamos olhar para o céu, sabendo que Deus nos deu tudo que é necessário para sermos felizes, Ele colocou a Eternidade em nós e através de Jesus Cristo até a morte foi vencida. Sim, Ele quer que sejamos prósperos e gratos e não andemos murmurando.
Me permitam finalizar com um testemunho que muito me marcou: o homem que interpretou o super-homem no cinema, Christopher Reeve. Após sofrer um acidente caindo do cavalo, perdeu os movimentos do corpo e ao perguntarem-lhe do que sentia falta na vida, respondeu: “ É incrível, as coisas que antes não pareciam ter valor algum são as que mais me emocionam hoje. Passo horas admirando os pardais saltitando, me traz conforto, a liberdade deles me dá liberdade”.
É isso amados leitores, que possamos contemplar o céu e a maravilhosa graça Divina como milagres diários em nossos dias e sejamos felizes!
Deus o abençoe.
 
Autor: Wilma Rejane

domingo, 20 de abril de 2014

Creia e confie na fidelidade de Deus

Você diz: Isto é impossível
Deus diz: Todas as coisas são possíveis (Lucas 18:27)

 Você diz: Estou muito cansando
Deus diz: Eu te darei descanso (Mateus 11:28-30)

 Você diz: Ninguém me ama
Deus diz: Eu amo você ( João 3:16 e João 13:34)

 Você diz: Eu não posso continuar
Deus diz: A minha graça te basta ( II Coríntios 12:9 e Salmos 91:15)

 Você diz: Eu não posso entender as coisas
Deus diz: Eu dirigirei o seu caminho ( Provérbios 3:5-6)

 Você diz: Eu não posso fazer isto
Deus diz: Você pode fazer todas as coisas (Filipenses 4:13)

 Você diz: Eu não sou capaz
Deus diz: Eu sou capaz (II Coríntios 9:8)

 Você diz: Isto não vale a pena
Deus diz: Isto valerá a pena (Romanos 8:28)

 Você diz: Eu não posso me perdoar
Deus diz: Eu perdoo você (1ª João 1:9 e Romanos 8:1)

 Você diz: Eu não consigo
Deus diz: Eu satisfarei todas as suas necessidades (Filipenses 4:19)

 Você diz: Estou com medo
Deus diz: Eu não dei a vocês espírito de fraqueza (II Timóteo 1:7)

 Você diz: Estou sempre preocupado e frustrado
 Deus diz: Lance sobre mim suas preocupações ( 1ª Pedro 5:7)

 Você diz: Eu não tenho fé suficiente
Deus diz: Eu tenho dado a cada um uma medida de fé (Romanos 12:3)

 Você diz: Eu não sou inteligente o suficiente
Deus diz: Eu te darei sabedoria (I Coríntios 1:30)

 Você diz: Eu me sinto sozinho
Deus diz: Eu nunca te deixarei, jamais te abandonarei (Hebreus 13:5-6)

terça-feira, 15 de abril de 2014

O que a Bíblia diz sobre o casamento?


 
Você sabia que um casamento atual tem 43% de chances de acabar em divórcio?

O casamento é uma questão importante na vida cristã. Um vasto número de livros, revistas e recursos de aconselhamento matrimonial são dedicados ao tema, desde a preparação para o matrimónio até a melhoria do casamento e terapia de casais quando as coisas não vão bem.
Uma pesquisa da Amazon.com sugere mais de 20.000 livros para superar problemas conjugais e melhorar a comunicação no casamento.
Mas você já se perguntou o que a Bíblia tem a dizer sobre o casamento? Uma rápida pesquisa revela mais de 500 versículos do Antigo e Novo Testamento com referências às palavras “casamento”, “casado”, “marido” e “mulher”.

A situação dos casamentos nos dias de hoje

De acordo com a análise estatística feita em vários grupos demográficos, um casamento começando hoje tem cerca de 41-43% de chances de acabar em divórcio. Pesquisa realizada por Glenn T. Stanton , diretor da Global Insight para Cultura e Renovação da Família e analista sênior para o Casamento e Sexualidade na Focus on the Family, revela que os cristãos evangélicos que frequentam regularmente a igreja tem uma taxa 35% menor de chances de divórcio, comparado com a dos casais seculares.
As mesmas tendências são observadas com os católicos ativos. Em contraste, os cristãos nominais, que raramente ou nunca frequentam a igreja, têm taxas maiores de divórcio do que casais seculares.
Stanton, acredita que o compromisso religioso, contribui para maiores níveis de sucesso na relação conjugal.” Se um verdadeiro compromisso com a fé cristã irá resultar em um casamento mais forte, então é óbvio que a Bíblia tem algo importante a nos dizer sobre o assunto.

O que a Bíblia diz sobre casamento?

Obviamente, não podemos citar todos os versos, por isso vamos apenas analisar algumas passagens-chave.
Gênesis 2:18
E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.
- O primeiro ponto é o propósito da mulher no casamento, trata-se de uma auxiliadora, atualmente as mulheres possuem muita responsabilidade, e a independência feminina tem resultado em muitos divórcios, é importante a mulher se colocar ao lado do homem, buscando andar juntos, sem perder a essência de “ajudadora idônea”.
Gênesis 2:24
Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.
- Aqui vemos o primeiro casamento. Podemos concluir que o casamento é idéia de Deus, concebido e instituído pelo Criador. Nesses versículos descobrimos também que o cerne do projeto de Deus para o casamento é o companheirismo e a intimidade.

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