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Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos. Provérbios 16:3

quinta-feira, 31 de julho de 2014

TEÓLOGO PROPÕE REFLEXÃO SOBRE AS REDES SOCIAIS E O CRISTIANISMO

Noticia Gospel Teólogo propõe reflexão sobre as redes sociais e o cristianismo







A mudança comportamental que as redes sociais estão impondo às pessoas já causou reflexões no meio religioso. O advento do Facebook e os costumes que ele impõe aos seus usuários já foram motivos suficientes para inspirar a cantora Suellen Lima a sugerir, com a música “Sai, Sai do Facebook”, que o crente deva gastar menos tempo com “curtidas” e mais com oração. Agora, há quem tenha proposto imaginar o contrário: falar com Deus através do Face.

O teólogo Mauricio Zágari publicou artigo em que sugere um exercício de criatividade para imaginarmos como seria se Deus tivesse uma página na rede social e resolvesse agir e falar apenas através dela.

“Deus, certo dia, decide que precisa ingressar na pós-modernidade e criar um perfil no Face, para não ficar deslocado. Claro que isso traria uma mudança na forma de Ele se relacionar com a humanidade, pois, se essa página de web conseguiu mudar a forma de milhões de pessoas se relacionarem umas com as outras, por que não mudaria também a do Todo-Poderoso?”, questiona o escritor.

Segundo Zágari, a fanpage de Deus poria um fim às vigílias de oração e cultos de louvor, pois bastaria “curtir” uma publicação d’Ele para praticar a versão século XXI do “vigiai e orai sem cessar”.
“Para começar, acabariam as orações e a leitura da Bíblia. Porque esses são os meios que Deus criou para ter relacionamento e criar intimidade com a humanidade: nós falamos com Ele pela oração; Ele fala conosco pela Palavra. Mas, com o Face, isso não ocorrerá mais. Oração e Bíblia tornam-se meios antiquados de dialogar. O Senhor decretaria, então, que quem quisesse falar com Ele teria de mandar um scrap e esperar que o Altíssimo postasse uma resposta na linha do tempo. Jeová agora seria um de nós, trocando ideias on-line: um Deus da moda, antenado. Claro que isso nos afastaria d’Ele, tornaria nossos contatos muito menos pessoais, mas… quem se importaria? Com o advento das redes sociais, em grande parte as pessoas já não se telefonam mais mesmo, não se visitam mais, não mandam cartões no Natal, fazem tudo pelo Face: convites de aniversários, marcação de encontros, votos de parabéns em datas festivas… não se gasta mais tanto tempo conversando, afinal. É só postar umas palavrinhas ali e está resolvido”, afirma, crítico, o teólogo.

Mauricio Zágari diz ainda que “outra vantagem da adesão do Divino ao Face seria que, finalmente, Deus não precisaria se dedicar muito tempo a longos processos de transformação na vida de uma pessoa: bastaria postar uma frase de efeito”. A proposta do Evangelho, ao final, seria simplificada, ironiza o autor: “Jesus fez grandes discursos para dizer o que queria quando caminhou sobre a terra, mas, agora, basta pegar uma daquelas frases feitas de famosos, emolduradas num visual legal, e postar. Assim, o Todo-poderoso não levantaria profetas, mas postaria uma frase de Cazuza ou Clarice Lispector, dizendo algo como ‘Você foi feito para voar, abra as asas e se lance no vazio’. Ao ler isso, sua vida nunca mais seria a mesma”.

Ao encaminhar seu texto para a conclusão, Zágari destaca a importância das relações humanas e lamenta que as redes sociais da internet contribuam para o esfriamento desse contato: “Estar face a face é uma necessidade do cristão. Já estar no Face… sei lá, em dois mil anos de cristianismo não me parece ter sido tão essencial assim. Apesar de o marketing da empresa Facebook ter conseguido convencer as multidões de que não estar no Face é algo como não fazer parte da raça humana, isso não passa de propaganda enganosa. Como neste mundo o capitalismo, em geral, vence os bons argumentos, o Facebook e as redes sociais são um fenômeno de nossos tempos e devem durar ainda um bom período – quem se importa se o Face desumaniza as relações se, em um trimestre, seu faturamento com publicidade chega a US$ 1,24 bilhão? Enquanto o dinheiro entra, não se costuma fazer muitos questionamentos. E não será um blogueiro como eu que mudará isso”.

Por fim, a necessidade de estar com o semelhante é exaltada pelo autor como algo saudável: “Voz. Cheiro. Olho no olho. Lágrima. Sorriso. Abraço. Beijo. Carinho. Desculpem, não quero perder nada disso, porque ser gente que se relaciona com gente, que toca gente, que sente calor humano… é bom demais. E tudo o que nos rouba qualquer uma dessas coisas arranca um pedaço daquilo que faz de nós seres criados à imagem e semelhança de Deus”.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Solidão - Sua Causa, Sua Cura


          Nós vivemos num mundo que chora e geme, que chora e range os dentes. E a cada dia que passa o mundo tem mergulhado em mais lágrimas e dores.
         Muito embora a involução, a regressão, a bestialização do ser humano possa ser fundamento e origem para dezenas de texto reflexivos, gostaria de centrar a minha (e a sua) atenção num problema que tem atingido proporções epidêmicas: a solidão.

         Cada vez mais as pessoas tem se fechado em torno de si mesmas, com conseqüências desastrosas, destrutivas, mortíferas. Isto é visível e inegável. Os efeitos são claros e conhecidos. Por isso gostaria de discorrer sobre as causas e a cura da solidão.
         As pessoas do mundo (inclusive aquelas que vieram para a Igreja) são naturalmente egoístas, mesquinhas e egocêntricas. E querem ser servidas, queridas, amadas, desejadas, exaltadas. Mas não querem servir, amar, desejar e exaltar outras pessoas. Aliás, normalmente nem sequer se importam com outras pessoas, preocupadas demais consigo mesmas, em satisfazer os próprios caprichos, envoltos em seus próprios problemas. Algumas vezes, por absoluta falta de amor: são indiferentes às necessidades alheias. Mesmo que possam ajudar, não o fazem por absoluta falta de vontade. Ou coragem, porque muitas vezes temos medo de ajudar outras pessoas. Medo de sermos explorados, de não recebermos a recompensa que julgamos justa, certa e natural.

         A sociedade reforça a nossa mesquinharia e egocentrismo: ganhar, e ganhar sempre. Não fazer absolutamente nada de graça. Cobrar por absolutamente tudo. Associamos a perda ao fracasso. E o lucro ao sucesso. O sucesso, por sua vez, é (erradamente) associado à felicidade. "Felizes", pensamos, "são aqueles que são um sucesso". De longe se vê que nem sequer sabemos o que é felicidade. E procuramos por ela tateando no escuro... E enquanto não a encontramos, amargamos e nos amarguramos com as (nefastas) conseqüências de nossos atos.

         As pessoas tem medo de abrirem suas defesas. Medo de serem controladas, manipuladas. Medo de perderem mais do que se disporiam a dar. Você já ouviu a expressão: "a gente dá um dedo, e querem a mão"? Pois é. Por aí vai...

         Uma vez eu li uma frase que é atribuída a um ganhador de Prêmio Nobel: "nós deveríamos ter duas vidas: uma para aprender a viver, e outra para efetivamente viver". Infelizmente, ainda que os adeptos da teoria da Reencarnação insistam que as almas possam ir e voltar num constante processo de aperfeiçoamento, os fatos depõem contra esta teoria, porque o mundo tem mudado sim, mas pra pior...
         A solidão é o resultado, a conseqüência da excessiva preocupação da pessoa consigo mesma.

         É uma ironia, um sarcasmo, um paradoxo da existência humana: quanto mais nos preocupamos conosco mesmo, mais infelizes seremos.
         O resultado de tudo isto é que temos uma sociedade enferma, deprimida, e... solitária. Buscando desesperadamente essa alguma coisa chamada "felicidade" na satisfação de seus próprios caprichos e desejos, na realização de seus sonhos... Mas, uma grande frustração ataca as pessoas que conseguem realizar seus sonhos, ou a quem consegue satisfazer seus caprichos e desejos. A Bíblia conta um caso desses em II Samuel capitulo 13.

         Existe uma coisa chamada "lei da semeadura, que está ao longo de toda Bíblia. Só as coisas ruins e tristes são colhidas sem que haja semeadura, porque a erva má não precisa ser plantada, e cresce em qualquer lugar...
         O que é bom precisa ser plantado, cuidado, regado para que possamos colher. O que é ruim, a gente colhe sem plantar... É o caso da solidão. Se você não fizer nada contra ela, ela vem e se instala dentro de você.

         Precisa lutar contra isto. E não basta ter muitos companheiros de farra e festas para que a gente deixe de ser solitário.
           Solitárias são aquelas pessoas que não conseguem se dar e nem se doar. Tudo que fazem, o fazem para si mesmas. E somente fazem o que lhe dará um retorno, uma volta, um troco (Mt.6). E jamais fazem algo sem que isto lhes dê lucro. Pensar "o que é que vou ganhar com isto?" é uma receita infalível para ser acometido pela solidão. 

         Você já reparou como a maioria absoluta das pessoas que conhecemos, os programas da TV, as propagandas, os filmes e as novelas, as conversas das rodas sociais sempre giram em torno do próprio prazer, da própria diversão?
         Nunca (ou quase nunca) tais conversas giram em torno da satisfação, do alívio, da alegria, da felicidade que podemos proporcionar a outras pessoas. É a viagem de rias, a festa tal, o carro novo, e tudo o mais que gira em torno de si mesmo.

         A sociedade moderna é altamente egocêntrica, individualista: somos treinados, induzidos, dirigidos a não nos preocuparmos senão conosco mesmo. A pensar que sempre haverão outras pessoas mais preparadas, mais santas, mais abençoadas para fazerem a obra de Deus. Somos ensinados, preparados, induzidos a sermos imediatistas: o retorno tem que ser já, agora. Queremos as coisas prontas e acabadas; como nas prateleiras de um supermercado. E assim nós não nos dispomos a semear e esperar a colheita. Um ciclo vicioso, maldito e destrutivo se forma: esperamos a colheita do que não semeamos; não semeamos porque não queremos nos dispor das boas sementes (tempo, carinho, atenção, dinheiro, companhia, sacrifício, amor); e também porque não queremos esperar o tempo que a colheita exige. E como conseqüência nós, cada vez mais, nos fechamos em torno de nós mesmos...

         Bom, detectada está a origem da solidão. Assim, passemos à segunda parte do presente estudo: a cura.
         É importante que se coloque que você tem todo o direito de discordar de minhas colocações. O que está aqui não pretende esgotar a discussão. Mas é apenas o modo como eu vejo as coisas. Deus me perdoe se estiver errado.

         Não existe uma formula infalível, uma receita mágica e instantânea para a cura. Mas posso afirmar com absoluta certeza de que isto depende da disposição interior de cada um em querer quebrar o ciclo vicioso que envolve todos nós. Isto é, temos que começar a deixar de nos preocuparmos tanto conosco mesmos, e começar a nos preocupar com as pessoas que estão à nossa volta. 

É necessário que um sentimento de compartilhamento, de doação, de envolvimento, de engajamento, de desprendimento com as coisas materiais tome conta de nós. Temos que estar dispostos a começar a servir, sem esperar retorno. Temos que permitir que o sentimento de felicidade tome conta de nós pelo simples fato de estarmos fazendo outras pessoas felizes. E não o sentimento de frustração porque essas pessoas não nos agradecem, nem nos exaltam pelo que fizemos.

         Temos que nos colocar à disposição para dar um pouco de alívio ao sofrimento alheio. E isto com nossas palavras, nosso dinheiro, nosso trabalho. Muitas vezes apenas com a nossa companhia, uma palavra de conforto ou de consolo.
         Solitários são aqueles que agem como se fossem poços com um pouco de água lá no fundo. Felizes são aqueles que agem como se fossem nascentes, fontes de água que estão sempre a jorrar água que sacia a sede e dá vida à terra. Estão sempre a proporcionar e transmitir vida, alegria, conforto, alívio ao sofrimento humano.
         Os mais conservadores vão ter que me perdoar, mas vou me utilizar de uma figura da filosofia oriental para transmitir a exata proporção do que quero transmitir. Conta-se que um jovem perguntou a um sábio o que era o céu. E ele respondeu que era um lugar onde as pessoas estavam separadas do arroz por um lago cheio de animais ferozes, enormes e vorazes. O arroz estava numa ilhota no centro desse lago. E as pessoas se utilizavam de longos pauzinhos para alcançar o arroz, e o colocavam na boca uns dos outros. E assim todos ficavam fartos.

         Então o jovem perguntou o que era o inferno. E o sábio respondeu que era também um lugar onde as pessoas estavam separadas do arroz por um lago cheio de animais enormes, ferozes e vorazes. E as pessoas se utilizavam de longos pauzinhos para alcançar o arroz que buscavam colocar na própria boca. E não conseguiam. O arroz caia no lago, e todos padeciam fome.

         Jamais seremos felizes sozinhos. A nossa felicidade depende da felicidade dos que convivem conosco. Somos felizes à medida em que são felizes aqueles que convivem conosco.
         Seremos felizes quando deixarmos de buscá-la somente para nós e a buscarmos para outros. Ela nos encontrará quando e enquanto estivermos servindo a Igreja, aos irmãos, ao Senhor Jesus.

         Ela nos encontrará quando deixarmos de nos preocuparmos unicamente com a nossa própria mesquinharia, nosso próprio egocentrismo, nosso próprio prazer e diversão.

          Os apóstolos de Cristo foram apedrejados, serrados ao meio; morreram ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, aflitos e maltratados (Heb.11), mas não se ouviu queixa de suas bocas. Porque eram felizes.
Libertos do pecado, fostes feitos servos da justiça (Rom 6:18)


Autor: Takayoshi Katagiri 

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Não deixe seus sonhos morrerem

Todos nós temos sonhos. Quem não sonha, não vive; quem desistiu de sonhar, desistiu de viver. Muitos, porém, já perderam seus sonhos mais belos pelas estradas da vida; outros já viram seus sonhos mais lindos se transformando em pesadelos; até mesmo há aqueles que já desistiram de seus sonhos. Não bastasse essa dramática realidade, ainda há aqueles que vivem para matar nossos sonhos.
 Ana, mulher de Elcana, precisou lidar com esse triste fato. Penina, sua rival, o sacerdote Eli e até mesmo seu marido, tentaram consciente ou inconscientemente fazer Ana desistir de ser mãe. Ana triunfou sobre essas investidas e manteve seu sonho intacto. Deus abriu seu ventre, e ela concebeu e deu à luz Samuel, o maior profeta de sua geração. Não deixe seus sonhos morrerem. Não permita que os assassinos de sonhos, prive você de ver os milagres de Deus em sua história!

(Hernandes Dias Lopes)

segunda-feira, 21 de julho de 2014

7 verdades sobre a falta de perdão

1 – A falta de perdão nos faz sentir torturados. “Então o senhor chamou o servo e disse: Servo mau, cancelei toda a sua dívida porque você implorou. Você não deveria ter tido misericórdia do seu conservo como eu tive de você? Irado, seu senhor entregou-o aos torturadores, até que pagasse tudo oque devia. Assim também lhes fará meu Pai celestial, se cada um de vocês não perdoar de coração a seu irmão” (Mateus 18:32-35).
2 – A falta de perdão provoca sentimentos de vingança. “Não diga: ‘Farei com ele o que fez comigo; ele pagará pelo que fez” (Provérbios 24:29).
3 – A falta de perdão nos impede de ser perdoados por Deus. “Mas se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas” (Mateus 6:15).
4 – A falta de perdão retarda as respostas às nossas orações. “E quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que também o Pai celestial lhes perdoe os seus pecados” (Marcos 11:25).
5 – A falta de perdão nos leva a ver as falhas dos outros, mas não as nossas. “Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando há uma viga no seu? Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão” (Mateus 7:3-5).
6 – A falta de perdão nos leva a andar nas trevas. “Mas quem odeia seu irmão está nas trevas e anda nas trevas; não sabe para onde vai, porque as trevas o cegaram” (I João 2:11).
7 – A falta de perdão nos impede de procurar o melhor para nossos relacionamentos, entre eles,  o nosso casamento. “Tenham cuidado para que ninguém retribua o mal com o mal, mas sejam sempre bondosos uns para com os outros e para com todos” (I Tessalonicenses 5:15).
Textos bíblicos na Nova Versão Internacional
Texro recebido de Amilton Menezes

domingo, 13 de julho de 2014

A decisão de amar – assim mesmo!

Amor-incondicional
Durante a tarde toda conversamos a respeito da esposa dele. Ele tentava analisar a ruptura do relacionamento ocorrida nas semanas que antecederam nossa visita. O homem queria compreender o problema, chegar ao fundo da incompreensão e soluciona-la. Ele examinava a situação como se a compreensão o pudesse libertar de imediato para fazer o que quer que fosse necessário para uma reconciliação. Ele queria encontrar a chave que destrancasse a frustração. A atitude da esposa era fria e irada, mas ele não conseguia descobrir o princípio da desavença nem os fatores que os levaram a tal situação.
Senti-me impulsionado a perguntar:
- O que o senhor faria se jamais descobrisse a causa?
- Bem, acho que teria de ama-la e apoia-la, como pudesse.
- Exatamente. Então por que não o ama apesar de sua falta de percepção do que saiu errado? O seu amor está condicionado pela compreensão? O senhor a ama somente quando as coisas vão bem e tudo é analisado cuidadosamente? Não será o caso de o senhor se encontrar preso na necessidade de ventilar os problemas a fim de amar, em vez de amar a fim de falar livremente de novo?
Você já teve problemas desse tipo? Todos nós já os tivemos. Todos nós podemos imaginar uma pessoa com a qual nossa comunicação foi quebrada e da qual nos encontramos separados. Ousamos deixar nossos próprios sentimentos de lado e afirmar a outra pessoa?
Naquela noite o homem foi para casa e agiu como se compreendesse a situação com clareza. A  reação da esposa foi positiva. Restabeleceram a comunicação. Até hoje ele não sabe o que saiu errado. Mas agora ele não precisa saber. Nem mesmo a necessidade de entender conseguiu quebrar o seu desejo de amar incondicionalmente. Muitas vezes as pessoas reagem a frustrações físicas e psicológicas que não conseguem compreender. Nossa insistência em entender o problema muitas vezes aleija o processo de cura.

 (Escrito por Lloyd Ogilvie)

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Um antegozo do céu


O homem não foi feito para habitar na solidão; ele deveria ser um
ente social. Sem companhia, as belas cenas e deleitosas ocupações
do Éden teriam deixado de proporcionar perfeita felicidade. Mesmo
a comunhão com os anjos não poderia satisfazer seu desejo de
simpatia e companhia. Ninguém havia da mesma natureza para amar
e ser amado.

O próprio Deus deu a Adão uma companheira. Proveu-lhe uma
“adjutora” — ajudadora esta que lhe correspondesse — a qual estava
em condições de ser sua companheira, e que poderia ser um com ele,
em amor e simpatia. Eva foi criada de uma costela tirada do lado
de Adão, significando que não o deveria dominar, como a cabeça,
nem ser pisada sob os pés como se fosse inferior, mas estar a seu
lado como seu igual, e ser amada e protegida por ele.

Como parte do homem, osso de seus ossos, e carne de sua carne, era ela o seu
segundo eu, mostrando isto a íntima união e apego afetivo que deve
existir nesta relação. “Porque nunca ninguém aborreceu a sua própria
carne; antes a alimenta e sustenta.” “Portanto deixará o varão a seu
pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma
carne.” Efésios 5:29; Gênesis 2:24.

Deus celebrou o primeiro casamento. Assim esta instituição tem
como seu originador o Criador do Universo. “Venerado... seja o
matrimônio” (Hebreus 13:4); foi esta uma das primeiras dádivas

de Deus ao homem, e é uma das duas instituições que, depois da
queda, Adão trouxe consigo de além das portas do Paraíso. Quando
os princípios divinos são reconhecidos e obedecidos nesta relação, o
casamento é uma bênção; preserva a pureza e felicidade do gênero
humano, provê as necessidades sociais do homem, eleva a natureza
física, intelectual e moral.

Então, ao unir o Criador as mãos do santo par em matrimônio,
 dizendo: Um homem “deixará o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á a
sua mulher, e serão ambos uma carne” (Gênesis 2:24), enunciou a
lei do matrimônio para todos os filhos de Adão, até ao fim do tempo.
Aquilo que o próprio Pai Eterno declarou bom, era a lei da mais
elevada bênção e desenvolvimento para o homem.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Como Restaurar o Lar Perdido





Como restaurar o lar perdido. Muitas vezes, não percebemos a importância da família. O bom convívio familiar, a ausência de desavenças e do ressentimento entre os membros da família é vital até para a sua saúde física e emocional. Uma das primeiras coisas que Deus fez quando criou Adão, o primeiro homem, foi constituir uma família para ele. Através disso, podemos ver o quanto à família e o ambiente familiar são importantes para Deus e para o homem.


Mas nós, muitas vezes, não damos valor à família. Não nos preocupamos em trazer Deus para o nosso lar para que Ele possa restaurar a convivência tanto entre os cônjuges, como entre os pais, filhos e irmãos.

 Em sua mente, você pode já ter estabelecido muitas metas a serem alcançadas. Você pode até achar que sua felicidade depende de seu emprego ou de seu lazer. Mas a sua felicidade depende da sua família.


É por isso que muitos os homens são tristes, depressivos, frustrados e insatisfeitos. Suas famílias estão em desordem, porque não funcionam segundo o que Deus estabeleceu em Sua Palavra.

 Vemos no livro de Malaquias 4:6, que ele fala sobre o amor que tem que ter entre filhos e pais, e pais aos filhos. Neste mundo de hoje, temos muitas famílias que estão completamente destruídas, sem amor dos filhos aos pais e pais sem amor aos filhos. Quanto tempo você gasta com seu filho? Quanto tempo filho você gasta com seu pai? Pedindo ajuda para algum problema que esteja passando. O diabo tem feito de tudo para destruir famílias você tem colaborado para isso acontecer? Ou você tem lutado para ter uma família restaurada. Quando temos uma família bem estruturada não tem nada que aconteça que eles não consigam vencer, quando temos uma família entregue para Cristo, ele vem e restaura tudo que nós não conseguimos fazer.


Em Efésios 6.1 diz: Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo.

 Pv. 1.8-9 Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe.

 Houve um tempo em que filhos obedeciam a seus pais incondicionalmente, infelizmente, hoje, os valores estão invertidos e não é incomum vermos pais que fazem todas as vontades de seus filhos, e com isso acabam sendo coniventes com os pecados dos filhos, pois a Bíblia diz em Rm 1:28-32 que o pecado de desobediência aos pais compara-se com outros que são passiveis de morte os que tais coisas praticam, e também os que aprovam os que assim procedem,


Honra – grego “tima” contar como valioso, valorizar, reverenciar Um filho pode submeter-se à vontade de seus pais sem tê-los em alta consideração. Seu motivo para submissão pode ser egoísta por natureza. As Escrituras revelam-nos que a obediência do filho deverá originar-se da alta estima que ele tenha por seus pais. Pais nem sempre agem de tal modo que encorajem o respeito de seus filhos, mas os filhos deverão estimar seus pais altamente. Por causa dos mandamentos de Deus a este respeito.

 Certamente honrar pai e mãe incluirá obediência, mas esta responsabilidade acarreta muito mais. Os filhos deverão dirigir-se a seus pais com respeito, sem grosseria, sarcasmo ou ridículo. Os filhos demonstram respeito por seus pais ouvindo o que eles têm a dizer. O escritor de Provérbios aconselhou: "Ouve a teu pai, que te gerou, e não desprezes a tua mãe quando vier a envelhecer" (23.22).


Conversão dos pais aos filhos aos pais através:
 Intercessão: Jó, homem integro, reto e temente a Deus, apresentava seus filhos continuamente a Deus santificando-os. Pais como sacerdotes somos desafiados a nos colocar na brecha todos os dias pelos nossos filhos. Os dias são maus, o inimigo a cada momento procurar apresentar opções aos nossos filhos para que deixem de honrar a Deus e busquem seus próprios interesses. Não podemos descuidar a intercessão dos pais pelos filhos é poderosa em Deus para livrá-los do mal.

 Quando temos uma família restaurada, temos amor, união, alegria e vitórias sobre as dificuldades. Deus tem promessas para cada família temos que andar em sua direção para termos as bênçãos que ele preparou para nossos lares. Quando há entrega total de uma família para Deus, há restauração.


Neste mundo infelizmente existem pais que dirigem muito bem suas vidas profissionais, mais em seus lares são incapazes de dirigir suas famílias. Não adianta de nada ter uma vida profissional bem organizada, se em seus lares há tantas discórdias, ódios uns com outros, filhos profundamente magoados com seus pais, e pais tristes com seus filhos.

 Uma das maiores preocupações que Deus tem é a de restaurar a sua família. O que o Senhor mais deseja é que Ele venha a fazer parte desse relacionamento. A relação a dois, marido e mulher, deve passar a ser uma relação a três: marido, mulher e Deus. Essa é a relação perfeita e a família perfeita, onde tudo está em ordem e todos são felizes e satisfeitos.

 Você quer isso para sua vida? Então, preocupe-se em trazer Deus para o seu lar. Tanto a sua felicidade como a paz no seu lar dependem disso. Mas como Deus pode fazer parte da sua família? Essa é uma pergunta que pode ser facilmente respondida com o que está escrito no livro de Colossenses, capítulo 3, versículo 13, que diz: “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós”. Praticar esse versículo é trazer Deus para o seu lar. As famílias de hoje são desestruturadas pela amargura e pelo ressentimento, pelas mágoas que os familiares têm entre si.

 E você acha que existe outra forma de restaurar o seu lar que não seja pelo perdão? Hoje, o que fazemos, é forçar uma convivência pacífica.


Mas, em geral, há falsidade. Só quando você começar a liberar perdão para cada um de seus familiares é que Deus irá colocar o amor por eles em seu coração. Não digo que você não ama os seus familiares, mas lhe falta agir com amor. Perdoar é agir com amor. Suportar as fraquezas do outro é agir com amor. E é esse amor que você está expressando na sua família?

Deus é soberano, e por isso os seus planos jamais serão frustrados. Quando Deus instituiu o casamento e conseqüentemente formou a primeira família, foi com o propósito de adorá-lo, servi-lo e viver eternamente feliz. Por isso, no dia em que satanás derrotou a família no Éden, deixando-a miseravelmente pobre e infeliz; Deus, por sua misericórdia e amor fez uma promessa ao casal:

“E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gn 3.15).

 Neste texto, Deus promete a derrota de satanás, (Serpente), e a vitória de Jesus, (Descendente da mulher), que ferirá a cabeça da serpente; a derrota dos seguidores de satanás e a restauração e vitória dos seguidores de Jesus.

 E ainda, Deus veste o casal com roupas confeccionadas com peles de animal, indicando profeticamente que alguém no futuro teria que morrer para vestir espiritualmente o homem, não somente vesti-lo, mas restaurá-lo completamente “E fez o SENHOR Deus a Adäo e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu” (Gn 3.21); devolvendo a comunhão com Deus, o lar que havia sido perdido, a felicidade e tudo de bom que Deus preparou para aqueles que o amam.


Como escreveu Paulo dizendo: “Mas, como está escrito: As coisas que os olhos não viram, e os ouvidos não ouviram, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam” (1 Co 2.9).

 Durante toda a história da humanidade, o trabalho de Deus sempre foi no sentido de restaurar o homem, restaurar a família da sua condição de miséria; e por isso, instituiu leis que garantissem a proteção da criança, do idoso, da mulher, etc., e isso tudo se vê a partir das leis instituídas por Moisés, algumas delas ratificadas por Jesus e ensinadas pelos apóstolos. Deus e o diabo sabem muito bem do valor que a família representa para a sociedade e a Igreja, por isso enquanto satanás procura deteriorá-la o máximo que pode; Deus, por outro lado, com o seu amor e misericórdia procura resgatá-la da mão do opressor e garantir-lhe aquilo que foi perdido pelo primeiro casal.

 Por ser a primeira instituição divina o casamento é uma das mais belas; criada com a finalidade de proporcionar bem estar emocional, espiritual, garantir a perpetuação da espécie, enfim, proporcionar condições para a manutenção da subsistência de sua posteridade, e influenciar na ordem e harmonia social. O casamento é tão abençoado que podemos ver que o primeiro milagre que Jesus realizou foi em um casamento, em Caná da Galiléia, quando transformou água em vinho, (Jo 2:1-11), mostrando aos convidados e aos cônjuges que por mais que a vida esteja arruinada Ele pode transformá-la de forma radical, dando o verdadeiro sentido de viver.

 Mas, para que Jesus possa encontrar lugar para a realização do milagre da restauração, é necessário, no entanto, que o homem aceite o seu convite que diz: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”, (Mt 11.28-30).

 A unção de restauração familiar tem sido derramada de maneira tremenda. Precisamos resgatar as nossas famílias. Há uma sede de ser feliz dentro dos nossos lares. Existe um grito dentro de cada casa clamando pela unidade, pela restauração familiar.






Estamos nos dias de liberdade total, dias em que o homossexualismo tem arrastado milhares de jovens, mascarado de liberdade de escolha.

 Casais se separando, frustrados, alegando incompatibilidade de gênios.

 O casamento tem se tornado aos olhos da sociedade como uma instituição falida.

 Os meios de comunicação apelam e divulgam o adultério, casais trocados, enfim, uma série de distúrbios nos relacionamentos, que entristecem profundamente o nosso Deus.

 Diante de tanto ataque só nos resta uma escolha: firmar os nossos olhos na Palavra.

 A palavra do Senhor nos diz em Gêneses 02:15 Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e guardar.

 Vamos entender a palavra lavrar: tratar da terra, cultivá-la de maneira que ela produza os melhores frutos, dar a ela condições de reproduzir, de gerar.


Sua casa é o teu Éden, é o seu lugar de descanso, é o lugar preparado por Deus para que você viva os melhores momentos nesta terra.

 Mas muitos estão vivendo os piores momentos em família, por que deixaram de cultivá-la. Muitos lares tem sido cultivados pelos valores e princípios do mundo, deixando legalidades para o adversário agir.

 Mas como cultivar esta terra? Quero ilustrar esta mensagem, pra que você entenda melhor.


"Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
 Passou uma jovem e ficou admirada com a flor. Logo pensou em Deus.
 Cortou a flor e a levou para a igreja. Mas, após uma semana a flor tinha morrido.
 Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
 Passou um homem, viu a flor, pensou em Deus, agradeceu e a deixou ali; não quis cortá-la para não matá-la. Mas, dias depois, veio uma tempestade e a flor morreu...
 Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
 Passou uma criança e achou que aquela flor era parecida com ela: bonita, mas sozinha. Decidiu voltar todos os dias. Um dia regou, outro dia trouxe terra, outro dia podou, depois fez um canteiro, colocou adubo...
 Um mês depois, lá onde tinha só pedras e uma flor, havia um jardim!..."


O segredo está nos relacionamentos sadios entre os familiares.

 O homem tem corrido tanto atrás do sucesso, que tem se esquecido que pra que sua família dê bons frutos, ela precisa ser cultivada, tratada, e isso exige tempo, atenção, cuidados que só você pode dar.

 Tenho ouvido mulheres que se sentem profundamente infelizes, pois se sentem sozinhas dentro da própria casa, mulheres que se anularam em função de filhos, maridos e hoje não conseguem mais se ver como pessoas especiais, porque não existe mais relacionamentos dentro de seus lares., as pessoas não tem tempo de se relacionar.

 Homens que não conseguem mais chamar a atenção da esposa, filhos que já nem falam mais com os pais.


Isso tem que acabar no meio da igreja do Senhor Jesus.

Deus nos fez para termos relacionamentos saudável dentro do nosso Éden, mas ele precisa de cuidados especiais, pois a palavra do Senhor diz em I Pe 5.8

 Sedes sóbrias vigiem. O vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, e procurando a quem possa tragar.

 Portanto, precisamos entender que o papel de cuidar e cultivar a família são nossos.

 Certo homem, jamais tendo tempo para o filho, teve a maior decepção de sua vida quando foi avisado de que o filho estava preso por estar envolvido no tráfico de drogas. Chegando ao local onde o filho estava detido, disse que estava profundamente triste, mas queria dizer que mesmo assim o amava demais para deixá-lo naquele momento.

 O filho chorou desesperadamente e disse ao pai: _ Pai, porque você não disse isso alguns anos atrás, pois me envolvi num mundo cruel, onde eu acreditava que estava sendo amado e nunca ouvi você dizer que me ama. Você nem imagina o quanto essas palavras me fizeram falta, mas creio que agora é tarde demais.

 O relacionamento é algo que precisa ser cultivado.


Quantos pais não sabem dizer que ama, porque não ouviram. Então não sabem passar, mas isso precisa mudar.

 Quantas vezes ouvi pessoas dizerem que o pai ou a mãe não as amava, sendo que eu mesma presenciava o choro dos pais por causa do filho (a).

 Certa vez um jovem me disse que, para ser aceito pela família, tinha que ser próspero como os irmãos e para conquistar a prosperidade era capaz de qualquer coisa e se envolveu de tal maneira no mundo do crime, que disse não haver caminho de volta para ele. Tornou-se um grande traficante. Comprou carro, moto, apartamento, tudo do bom e do melhor, e no fim o vi chorando, porque não conseguia ver o amor da mãe, que por sua vez também não soube transmitir ao filho o quanto ele era importante.

 O relacionamento é muito importante, pois quando existe relacionamento dentro de casa, não somos levados pela conversa de satanás.

 Uma esposa, após ter traído o marido, disse que foi atraída pelo diálogo que tinha com o amante, pela atenção que ele dava a ela, colocando-a como alguém importante, valorizando-a de uma maneira que nunca percebeu no marido.

 Amados, cuidado com o teu Éden, ele é especial. É o seu cantinho especial dado pelo Senhor.


O próximo passo é guardar o nosso jardim.

O que é guardar?
 Guardamos algo que pode ser roubado, que pode ser tomado ou mesmo invadido.
 Colocamos cercas, limites, que impeçam ou dificultem a invasão.
 A propriedade guardada está livre de ser tomada ou assaltada.
 E se o Senhor o colocou como guarda, é por que havia a necessidade de proteger.

 Precisamos abrir os nossos olhos e entender que o nosso papel é não permitir que o nosso Éden seja invadido pelo maligno.

 Precisamos ficar atentos, pois é nossa responsabilidade guardar e cuidar da nossa família.

 Amado(a), talvez você esteja vivendo maus momentos em família. Quem sabe não há mais diálogo dentro de casa, as pessoas não se falam e quando isso acontece é só agressão verbal.

 Mas nestes dias Deus quer realizar uma obra tremenda na sua família, mas ele conta com você. Para que? Para mudar a história da sua família, cultivando com relacionamentos saudáveis, dizendo que ama, sem medo de ser rejeitado, sem orgulho. Afinal, o dia de hoje não volta nunca mais e não sabemos quanto tempo ainda nos resta juntos como família.

 Portanto, vá em frente. Declare, grite, expresse o teu amor pela sua família e você e o Senhor juntos vão escrever uma nova história de um Éden nos dias de hoje, um lugar de descanso, de alegria; a tua casa.


RECUPERANDO OS VALORES NA PARÁBOLA DA DRACMA PERDIDA

"Ou qual a mulher que,tendo dez dracmas, se perder uma, não acende a candeia, varre a casa e a busca com diligência até achá-la? E achando-a, convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo; porque achei a dracma perdida." Lucas 15:8-9


1. A mulher da parábola representa o cristão descuidado com os valores familiares. A ausência de luz e a sujeira são de nossa responsabilidade. Quando valores se perdem é necessário acender a luz e limpar a casa.

2. Observamos algumas atitudes que devemos ter para encontrar o valor perdido:


Acenda a Candeia (Jo 8.12).

A Mulher acendeu a candeia*. Jesus é a luz, peça para Ele iluminar os "porões" escuros da alma, para que você possa ter o discernimento e sabedoria para encontrar valores que se perderam. O Espírito Santo é o "azeite"que irá trazer luz à tua casa. Orem juntos, marido e mulher, mantenham acesa a chama do amor dentro de casa. Ore por seu cônjuge, mas esteja pronto caso Deus comece a transformar você.


"Fui eu": Assuma a responsabilidade

A mulher da parábola, não culpou ninguém pela tragédia. Ela resolveu assumir a culpa. "Eu perdi, eu vou encontrá-la". Analisando o texto bíblico, a postura dessa mulher foi coerente. É impossível que um valor perdido seja responsabilidade apenas de uma pessoa. Temos que assumir que o problema familiar tem um nome: "EU".

 Humilhe-se para fazer mudanças (Ef 4:2 e Lc 6:27)

 A mulher da parábola varreu a casa diligentemente. Pra limpar a sujeira da casa é preciso varrer.


Quem se humilha, está protegido, tem beleza, é forte e flexível e se torna invencível.
 Você quer que alguma área seja restaurada em seu lar? Está procurando a dracma/valor perdido?

 Está varrendo a sujeira (poeira) para poder achar? Busque a Deus para Ele usar você, para achar estes valores e diga: “Eis me aqui Senhor, envia-me a mim”. (Is 6.8)

 Ditado: As pessoas tentar justificar-se dizendo: Na bíblia está escrito que “santo de casa não faz milagre”.


Nunca vi isto na Bíblia, mas li o contrário: que os ensinos de Jesus através de Paulo e outros, dizem que nós podemos influenciar nosso lar ( I Pe 3.1-2).

 No texto de 2 Re 4.26 existe uma ordem nas palavras que chama nossa atenção: “Vai tudo bem? Contigo, com teu marido, com o menino? Notem: Primeiro preciso estar bem comigo para depois estar bem com minha casa”. Valorize os pequenos detalhes.

 A mulher tinha 10 dracmas/valores, perdeu apenas uma. Ficou com 9 valores (a maioria). Mas, antes de perder a segunda ou a terceira, parou para costurar a carteira. Pequenos detalhes:

 Bom dia/boa noite -Parabéns no aniversário Escovar os dentes -Usar desodorante – Roupa espalhadas Estes são alguns pequenos detalhes, entre tantos, que você poderá relacionar. Peça sabedoria a Deus. Tg 1.5. Não aceite o caos como algo natural.


O texto nos diz que a mulher procura a moeda, isto é, ela não assentou na cadeira da comodidade dizendo: “a vida é assim mesmo! É comum perder uma moeda tão pequena. Deixa prá lá!” Não! Ela reagiu, se esquentou, foi atrás. Ela procurou observação:

 Quantos em sua casa se assentam na cadeira da comodidade, sempre achando que “o mundo é assim mesmo, não tem jeito de melhorar”, ou afirmando: “todo o marido é safado mesmo”, ou “todo adolescente tem que usar drogas…”, ou ainda: “toda mulher é lamurienta mesmo!”


Deus não fez, meu querido irmão, seu lar para ser um inferno, e, se está sendo, precisamos reagir, ir à luta, como é o caso de ABIGAIL, relatada em I Sm 25.1-44.A verdade é que muitos não acham nada porque não estão procurando. Decida, agora, um meio de salvar seu lar. Decida, agora, investir na procura de uma restauração da alegria em seu lar. Humilhe-se para fazer mudanças: ( Lc 14.11; Fp 2.8; Tg 4.10; I Pe 5.6). A mulher “varreu a casa”. Varrer incomoda quem se prontificou a assentar; varrer incomoda a poeira ou sujeiras que já se “tornaram parte” da mobília.Quem sabe, é isto que esta faltando em sua casa: Uma varridinha em: Sua boca, para produzir novas palavras. Pv 18.21; 21.23; Tg 3.10.

 Seu tempo, para que você o administre melhor e tenha tempo para Deus. Ec 3.1-8.Em suas prioridades, pois poderá ser que os valores que estão perdidos estejam bem relacionados a isto.

 Nota: Coloque-se em oração para que o Espírito Santo lhe ajude a entender quais “os cantos que precisam ser varridos”.


Seja diligente, expressão do texto é fortíssimo: “até encontrá-la”. Seja obcecado por este propósito. Ela só parou de procurar quando encontrou a dracma/valor. Há os que procuram os valores perdidos dentro de casa, como menino mal mandado: dá só uma olhadinha por cima e diz que não encontrou. Procuram com tanta má vontade, com tanta preguiça que, mesmo estando próximo do que procuram, não encontram.


Conselhos:

Não é só procurar e dizer: “Eu não achei! Não adianta procurar!”;
Coloque a restauração do seu lar como o seu maior ideal de vida;


Não desista facilmente, vá em frente:

- Procure um método
 - Procure um meio correto
- Procure uma benção de Deus
 - Procure um casal amigo para receber a ajuda.

 Que Deus te abençoe, e que em breve o seu lar venha a ser restaurado em nome de Jesus amém!

|  Autor: Jânio Santos de Oliveira

Construindo um Lar


Acontece a toda hora. Um rapaz conhece uma moça. Começam a  namorar. Apaixonam-se. Ficam noivos. Planejam o casamento. Casam-se.

Sem dúvida, algumas pessoas gastam tanto ou mais tempo planejando a festa de seu casamento do que com o planejamento do seu matrimônio e do seu lar. A festa de casamento é uma comemoração de um dia, quando se ligam duas pessoas na relação mais íntima conhecida na humanidade. O matrimônio, contudo, foi instituído por Deus para durar toda a vida. Em nossa sociedade, as festas das bodas são tão romantizadas que as meninas crescem sonhando e planejando o dia quando serão a bela Cinderela com um longo vestido de cauda flutuante. Literalmente falando, centenas de horas e muito dinheiro são gastos em algumas festas de casamento, enquanto alguns matrimônios não duram o tempo suficiente para se pagarem as despesas feitas com elas.

O lar bem sucedido é aquele que é construído de acordo com as especificações divinas. Ele merece muito mais esforço e sacrifício do que uma festa de casamento. A estabilidade do lar repousa sobre o entendimento de que o matrimônio é idéia de Deus, não do homem, e Deus insiste em que a relação que ele ordenou é boa! Casais que estejam determinados a ter matrimônios felizes, completos, precisam reconhecer o significado de construir sua vida em comum de acordo com o plano que Deus revelou.
  

Amor: o adesivo divino

O apóstolo Paulo descreveu o manto de Cristo que deveria envolver as vidas de todos os santos (Colossenses 3:12-15). "Acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição." O amor é a qualidade que traz consigo todos os outros atributos num único propósito.

No matrimônio, o amor é a cola que liga um homem e uma mulher como se fossem um só, e faz com que eles se adiram um ao outro quando outras forças estiverem atuando para separá-los. O amor que mantém intacto um matrimônio não é limitado ao sentimento meloso e exagerado que aflora através das veias de um rapaz adolescente e faz com que suas bochechas brilhem e seus joelhos tremam quando aquela moça especial lhe fazer uma pergunta na aula de álgebra. Nem o amor é o erotismo intenso que está sendo inculcado às massas como se fosse amor. O amor que mantém um matrimônio é um amor aprendido com Deus, que mergulha suas raízes profundamente no coração e muda tanto sentimentos como comportamento.

Quando o Espírito Santo nos ensinou sobre este tipo de amor, ele não passou muito tempo explicando como se sente este amor. Em vez disso, ele delineou meticulosamente para nós o comportamento do amor (1 Coríntios 13:4-8): "O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba." Esposos e esposas precisam chegar a entender que Deus não falou meramente como nos deveríamos sentir um para com o outro; o Senhor nos conduziu em nosso comportamento um para com o outro.

Paciência e tolerância: livrando-se do egoísmo

Crianças mal acostumadas tornam-se adultos egoístas, e pessoas egoístas são maus parceiros em qualquer tipo de relacionamento. Não há meio de se compartilhar uma casa, uma família, ou uma vida juntos sem disposição a dar. O Senhor fala diretamente deste ponto (Efésios 5:22 e segs.) quando ele instrui as esposas a que "sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor," e imediatamente instrui os maridos: "amai vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja, e a si mesmo se entregou por ela."

Sua mulher tem algumas verrugas e algumas manchas? Você também tem. Você se cansa de agüentar as imperfeições dela? Ela se cansa das suas. Ele tem algumas maneiras que são imensamente incômodas? Você também. Você descobriu que ele não é perfeito? Ele descobriu a mesma coisa em você. Você quer que sua esposa passe por cima de ninharias e preste atenção no que realmente importa? Você tem que ser o modelo para esse comportamento. Dar -- e dar mais e mais -- é um elemento essencial para a construção de um lar.

Visão e amizade: compartilhar metas e andar juntos

O profeta perguntou há muito tempo, "Andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo?" (Amós 3:3). Construir um lar bem sucedido carece unidade de propósito. Uma pessoa, cujo primeiro compromisso é servir o Senhor, freqüentemente se achará em desacordo com outra pessoa cujo primeiro desejo é ganhar dinheiro, ou divertir-se, ou trabalhar. Abençoado, na verdade, é o homem ou mulher que pode olhar para seu lar e afirmar confiantemente, "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor". O compartilhamento de um propósito comum na vida dá uma âncora que segurará o lar durante as tormentas.

Sonhos e visões precisam ser partilhados vezes e mais vezes. Amigos são aqueles que cuidam, que partilham, que ansiosamente dão em benefício uns dos outros. Uma das chaves da construção de um lar feliz é alimentar sua amizade com seu esposo. Façam os sacrifícios necessários, mas dediquem tempo um ao outro. Faça as pequenas coisas, ofereça gentilezas, e converse com a pessoa com quem você está passando a vida. Quanto mais intimamente se conhecerem um ao outro, mais plenamente se entenderão e mais forte se tornará o laço que fazem dos dois um só.

Os cristãos farão bem em dar bastante tempo e atenção a construir o tipo de lar que querem; a casa pode vir depois. O lar precisará um suprimento abundante dos materiais básicos, tais como amor, paciência, tolerância, visão e amizade. Edificar um lar bem sucedido, feliz, é uma das maiores oportunidades que hoje há para que os cristãos mostrem ao mundo a sabedoria de Deus. Um homem e uma mulher, servindo ao Senhor, comprometidos um com o outro, educando crianças com valores fortes, amando mais um ao outro no fim da vida do que nunca, bem, esse é o verdadeiro tipo de lar com que milhões de pessoas apenas sonham.
  Autor: David Thomley 

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Com Amor e Gentileza



Pensei em escrever hoje  algo breve sobre o poder do amor e da gentileza. A vida nos cobra pontualidade, agilidade, trabalho, e nesse ritmo acelerado, caminham muitos de nós, sem perceber quem cruza nosso caminho, quem precisa de um sorriso, uma palavra. Vivemos nos desculpando “não tenho tempo” e o tempo, parece ser só para nosso favor. Observemos essa parábola chamada “ O sol e o Vento”:

O Sol e o Vento discutiam sobre qual dos dois era mais forte. O Vento disse:

– Provarei que sou o mais forte. Vê aquele velho que vem lá em baixo com um capote? Aposto como posso fazer com que ele tire o capote mais depressa do que você.

O Sol, então, recolheu-se atrás de uma nuvem e o Vento soprou até quase se tornar um furacão, mas, quanto mais ele soprava, mais o velho segurava o capote junto a si. Finalmente o Vento acalmou-se e desistiu de soprar. O Sol saiu de trás da nuvem e sorriu bondosamente para o velho. Imediatamente ele esfregou o rosto e tirou o capote. O Sol disse, então, ao vento:

– A gentileza e a amizade são sempre mais fortes que a fúria e a força

Mais forte  é quem ama mais, quem cuida do outro, como na parábola do bom samaritano (Lucas 10:30-37). Que hoje possamos sorrir mais, conversar, agradecer por “pequenos” gestos, dizer “eu te amo” para quem está ao nosso lado, orarmos pelos inimigos, que possamos ser esse sol da parábola a acalmar corações aflitos e fazer sorrir os lábios mais cerrados.

 Texto de : Wilma Rejane

E se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? Também os pecadores amam aos que os amam. Lucas 6:32






quarta-feira, 2 de julho de 2014

AMOR E SUBMISSÃO, ORDENANÇAS DIVINAS NO CASAMENTO


Amor e submissão são ordenanças divinas no casamento. Cabe ao marido amar sua mulher como Cristo ama a igreja e cabe à mulher ser submissa a seu marido como a igreja o é a Cristo. O marido deve amar a sua mulher com um amor perseverante, santificador, romântico e sacrificial e a mulher deve sujeitar-se ao marido no Senhor. Nenhuma mulher deveria ter dificuldade de sujeitar-se a um marido que a ama como Cristo amou a igreja e nenhum homem deveria ter dificuldade de amar a uma mulher que o trata com honra. Esses dois conceitos (amor e submissão) não são convenções humanas nem expressões culturais, mas princípios permanentes estabelecidos pelo Criador, para a felicidade conjugal!

Hernandes Dias Lopes