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Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos. Provérbios 16:3

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Alegria renovada



Faz-me ouvir júbilo e alegria, para que gozem os ossos que tu quebraste.  Salmos 51:8 

Muito embora a vida cristã seja marcada pela alegria, não são poucos os cristãos que tem vivido dias tristes em sua caminhada ao lado de Cristo. Existem diversas razões pelas quais a nossa alegria espiritual pode ser ofuscada: circunstâncias exteriores, pecados não confessados, activismo sem devoção, entre outros. Sempre que isso ocorre, a vida perde sua cor e se torna cinza, sem graça, precisando de uma mudança radical.

Davi, por causa do seu pecado, experimentou um cessar de alegria. Abalado com essa experiência, ele pediu ao Senhor que sua alegria fosse renovada; disse ele ao Criador: "Faz-me ouvir de novo júbilo e alegria; e os ossos que esmagaste exultarão". Essa deve ser nossa oração diária. Seja buscando o arrependimento de nossos pecados, seja lutando na oração para nos mantermos focados no Amado Salvador, precisam lutar para que a alegria não seja roubada de nós.

Um crente sem alegria sempre será um obreiro ineficaz. As boas novas devem ser compartilhadas com alegria para os povos. Quem tem ouvidos, ouça!


  Pastor Sérgio Fernandes

domingo, 23 de junho de 2013

Como Restaurar a Família do Vale de Ossos Secos


Você já reparou como as pessoas muitas vezes se sentem menosprezadas? Como há gente deprimida, se achando sem nenhum valor. Como há gente que pensa que a vida não tem graça. Como há gente que tem uma visão errada das coisas. Será que Deus quer que enxerguemos a nós mesmos e a vida com esse olhar?

Interessante que o povo de Israel também se enxergava dessa forma. Em Ez 37.11 está escrito: “...

E não é assim que muitos se vêem hoje também? Olham para a sua família e vê ela despedaçada. Não passa de um monte de ossos secos.

Olham para o trabalho sem esperança alguma. Olham para a igreja e só vêem um monte de ossos secos. Olham para a sua vida com total desesperança de que haja alguma mudança.

Será que Deus quer que enxerguemos as coisas com esses olhos? Deus havia mandado Ezequiel profetizar para que aquele monte de ossos secos fosse revestido de carne.

E assim aconteceu. Só que aqueles corpos estavam sem vida alguma. E Deus mandou que Ezequiel fizesse o seguinte: “Profetiza ao espírito, profetiza, ò filho do homem, e dize-lhe: Assim diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam.” (Ez 37.9). E aquele monte de ossos que já havia ganhado novos corpos agora voltam a viver.

Deus dá uma linda visão a Ezequiel. Ele agora não enxerga mais um monte de ossos secos sem vida, mas enxerga novas pessoas, transformadas. Mas quem faz esse milagre? Somente Deus. E eu quero profetizar em nome de Deus para ti,

DEUS MOSTROU EM VISÃO A EZEQUIEL A SITUAÇÃO DO POVO DE ISRAEL

“A mão do SENHOR estava sobre mim, e por seu Espírito ele me levou a um vale cheio de ossos. Ele me levou de um lado para outro, e pude ver que era enorme o número de ossos no vale, e que os ossos estavam muito secos.”(v.1 ,2).

Vale de ossos secos é lugar de desolação, de miséria, de recordações tristes, de mortandade. Vendo um filme sobre a II Guerra mundial, há cenas desoladoras com corpos espalhados em grandes áreas. Verdadeiros vales de mortandade! Deus permite que conheçamos situações difíceis para a realização de Seus propósitos em nossas vidas. Nada do que acontece conosco é em vão.

“Os ossos estavam muito secos” (vs.1 , 2). Significa vidas secas, sem o óleo do Espírito, vidas vazias de prazer de viver, vidas insossas, vidas amargas, vidas cheias de mágoas, rancores, ciúmes, invejas e no pecado! Se os ossos estavam sequíssimos é porque estavam mortos havia muito tempo. Mortos não ouvem não se mexem, não respondem. Mas há a esperança na ressurreição.

O Senhor perguntou ao profeta: “estes ossos poderão tornar a viver?” Eu respondi: “Ó Soberano SENHOR, só tu o sabes” (v.3). Nunca podemos perder a esperança! Perder a esperança é falta de fé.

“…Estes ossos são toda a nação de Israel. Eles dizem: ‘Nossos ossos se secaram e nossa esperança desvaneceu-se; fomos exterminados’ (v.11): perdidos, mortos, arrasados!

Para Deus não há impossíveis. Jesus respondendo ao pai do jovem endemoninhado: “Se podes?”, disse Jesus. “Tudo é possível àquele que crê. Imediatamente o pai do menino exclamou: “Creio, ajuda-me a vencer a minha incredulidade!” (Mc 9:23 e 24).

O Senhor disse: “… Farei um espírito entrar em vocês, e vocês terão vida (v.5). Deus quer restaurar vidas, avivar a Sua Igreja. Deus quer derramar unção sobre a Igreja, quer Se revelar à Igreja. Deus quer habitar em nós em Sua plenitude. Deus habitando em nós teremos vida abundante.

“E eu profetizei conforme a ordem recebida. Enquanto profetizava, houve um barulho, um som de chocalho, e os ossos se juntaram, osso com osso.” (v.7), Quando nós falamos pelo Senhor, há ruído santo, ruído de vontade de mudar, de melhorar; as estruturas se mexem. A Palavra do Senhor faz reboliço.


“Enquanto profetizava, houve um barulho, um som de chocalho, e os ossos se juntaram, osso com osso…” (v.7 ). Quando a Palavra do Senhor opera, há aproximação, há ajuntamento, há comunhão, há amor. A parede da separação é destruída!

Em Ezequiel 37:1-28, é nos mostrado uma visão onde os ossos secos presentes em um vale, são restaurados novamente a vida “E ele me disse: Profetiza ao espírito, profetiza, ó filho do homem, e dize ao espírito: Assim diz o Senhor IAVÉ: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam.”( Ez 37.9).

Esses mortos que voltam a vida são da casa de Israel como nos diz o versículo 11 da passagem supracitada: “Então, me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel; eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; nós estamos cortados.”. Nessa época Israel estava sob o exílio babilônico ocasionado pelos seus próprios pecados, mas o Eterno os restauraria “.E vos tomarei dentre as nações, e vos congregarei de todos os países, e vos trarei para a vossa terra.” Ez 36.17-26).

Mas será que esta profecia aborda a volta dos judeus do exílio babilônico? Lembre-se que a restauração a vida dos ossos estava sujeita a ação dos quatro ventos (guerras em profecias) e ainda, o Eterno os tiraria das nações e não somente de Babilônia.

As dispersões de Israel ocorreram em três ocasiões:
1. No Egito
“Que a sua descendência seria peregrina em terra alheia, e a sujeitariam à escravidão e a maltratariam por quatrocentos anos” (At 7.6 ;Gn 15.13); lá ficaram por 400 anos e em significativa parte do tempo amargaram as vicissitudes da escravidão. Como sabemos o Pentateuco (Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio) nos mostra o período em que a nação Israelita foi formada, iniciando pelo chamado de Deus a Abraão, até a preparação para o estabelecimento desta nação, que foi efetivamente realizada no livro de Josué.


2. O exílio sofrido pelo povo hebreu foi quando Nabucodonosor, rei da Babilônia, sitiou Jerusalém em 586 a.C, levando-os ao cativeiro.

Esse cativeiro ocorreu porque os governantes de Israel estavam cada vez mais ímpios e eram constantemente repreendidos por Deus e continuamente, rei após rei, pelos profetas do Eterno que diziam: “E fez o que era mal aos olhos do SENHOR...” 2 Re 24.19.

3. A diáspora ocorreu no ano 70 d.C, quando o general romano Tito deitou abaixo o santuário judaico conforme a profecia de Jesus “Jesus, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada.” Mt 24.2 e o povo foi disperso entre as nações.

Uma pergunta relevante ao tema: Após este acontecimento (70 d.C, diáspora judaica), teria o povo de Israel (literal, segundo a carne), perdido o papel de povo escolhido? Teria a igreja cristã (católica, adventista, ou qualquer outra) suplantado e se apossado das promessas de Deus feita ao povo de Israel? Foi o povo de Israel rejeitado como nação? Essas perguntas são importantes no entendimento das profecias e em sua contextualização.

Em Romanos 11:12 Paulo nos diz “Digo, pois: porventura, rejeitou Deus o seu povo? De modo nenhum! Porque também eu sou israelita, da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim. Deus não rejeitou o seu povo, que antes conheceu”.

Se fizermos uma análise do livro de Romanos, constataremos que Paulo sempre afirma que o Israel literal tem um papel especial. Quando a nação de Israel foi formada pela direta intervenção divina, este povo deveria testemunhar aos demais povos a fé no verdadeiro e único Deus.

Porém como vemos nas Escrituras o povo hebreu não seguiu os caminhos divinos, e acabaram seguindo os mesmos erros e abominações das nações, e isto lhes custou os exílios.

De todos os exílios (no Egito, na Babilônia e por último entre as nações), vamos nos ater ao último. A dispersão ocorrida no ano 70 d.C foi a mais duradoura e importante. Além de ser prevista pelos profetas (Lv 26:33, Sl 44:11, Sl 106:27, Lm 1:3, Ez 4:13-14), foi também profetizada por Jesus “Por isso, eis que eu vos envio profetas, sábios e escribas”.

A uns matareis e crucificareis; a outros açoitareis nas vossas sinagogas e perseguireis de cidade em cidade; para que sobre vós recaia todo o sangue justo derramado sobre a terra, desde o sangue do justo Abel até ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem matastes entre o santuário e o altar.

Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre a presente geração. Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes! Eis que a vossa casa vos ficará deserta.

Declaro-vos, pois, que, desde agora, já não me vereis, até que venhais a dizer: Bendito o que vem em nome do Senhor!” ( Mt 23.34-39). Jesus previu que Jerusalém seria destruída e o povo seria mais uma ver disperso pelos seus próprios pecados (findava as Setenta Semanas dada a Israel), e a dispersão entre as nações teria um tempo determinado.

Em Lucas 21:24 sobre o mesmo cerco de Jerusalém, Jesus diz: “Muitos serão mortos à espada, e outros serão levados como prisioneiros para todos os países do mundo”.

E os não-judeus conquistarão Jerusalém, até que termine o tempo de eles fazerem isso.” Veja agora o que diz Paulo “Meus irmãos, quero que vocês conheçam uma verdade secreta para que não pensem que são muito sábios. A verdade é esta: a teimosia do povo de Israel não durará para sempre, mas somente até que o número completo de não-judeus venha para Deus.” (Rm, 11:25). Em outras traduções este tempo é chamado de plenitude dos gentios. O que isto quer dizer?

Como em outros exílios, Israel foi restaurado como nação. Em Números 23:19,20 “Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá? Eis que para abençoar recebi ordem; ele abençoou, não o posso revogar.”, vemos aqui que Deus não revoga suas promessas, isto agora vai tornar interessante o estudo, porque o próprio Deus fez promessas concernentes ao povo Israelita.

Os corpos celestes testificam das promessas de Deus
Em algumas passagens da palavra de Deus, ele muitas vezes se utiliza de elementos da natureza para que sejam lembradas suas promessas. Depois do dilúvio, Deus faz uma aliança com Noé nos seguintes termos: “O arco estará nas nuvens; vê-lo-ei e me lembrarei da aliança eterna entre Deus e todos os seres viventes de toda carne que há sobre a terra.” (Gn 9:16). O arco simbolizaria que Deus nunca mais destruiria a terra e os seres viventes como fez no Dilúvio (Gn 8:21 e 9:9-17).

Para com a aliança que, o Eterno, fez com os israelitas, Ele se utiliza do sol, da lua e de outros elementos da natureza: “Assim diz o SENHOR, que dá o sol para a luz do dia e as leis fixas à lua e às estrelas para a luz da noite, que agita o mar e faz bramir as suas ondas; SENHOR dos Exércitos é o seu nome”. Se falharem estas leis fixas diante de mim, diz o SENHOR, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre.

“Assim diz o SENHOR: Se puderem ser medidos os céus lá em cima e sondados os fundamentos da terra cá embaixo, também eu rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o SENHOR.”

E sabe por que o Eterno disse isso a respeito da nação Israelita? “porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis”( Rm 11.29). Querido leitor: tão certo quanto são as leis que regem o sol, a lua e as estrelas, é certo que a descendência de Israel é uma nação escolhida.

Temos aqui provas bíblicas de que o povo Israelita ainda que alheio ao evangelho de Jesus, o Messias (Yeshua Ha Mashiach), são uma nação escolhida perante o Senhor.

O povo de Israel esperava um governo do Messias essencialmente político, e que vencesse e humilhasse seus inimigos ( Lc 1:69-74). Isto estava correto em parte, porém o povo Israelita não atentou que na presença do Messias, se iniciaria o tempo da Restauração (Is 2:2-4; Sl 72:8-11).

Para qual propósito Deus envia seu Espírito sobre nós?
Deus quer sempre nos encher do seu Espírito, mas com um propósito de restaurar vidas, Ele nunca deu o seu espírito para que ficássemos com ele somente para nós (Lc 4.18 1.)

Neemias ouve a situação da cidade dos seus pais.

Ele chora, ele toma a responsabilidade da situação. Ele não lança a responsabilidade sobre outros, mas assume. Neemias se dispõe em restaurar os muros.

O profeta Ezequiel estava no cativeiro, e Deus então conversa com ele, isso é tremendo, pois quando estamos em dificuldades à primeira coisa que vem a nossa mente é: Deus se esqueceu de mim

Não importa o problema que você esteja vivendo, Deus fala contigo, Ele não nos deixa morrer aflitos, pelo contrario, Ele tem prazer em nos ajudar e livrar a nossa vida das tribulações, no salmo 34. 19 a Palavra de Deus fala que muitas são as aflições do justo, mas o Senhor nos livra de todas elas, mas no momento de dor e aflição, nos deixamos levar pela situação que nossos olhos humanos vêem por isso em Hebreus a Bíblia nos fala que a palavra de Deus e como uma espada que separa alma do espirito, pois nossa alma fica presa ao natural, já nosso espirito, Deus pode levá-lo a uma dimensão sobrenatural.

Amado, quando Deus nos chama à profetizar, não temas, crê somente!

O mundo ao nosso redor, sempre dirá que o quadro que vivemos, não tem solução, que seu marido não vai mudar, seu casamento vai fracassar, seu filho sempre vai ser um problema. Ou seja, conforme em ser um fracassado (a).

Mas Deus nos chama a profetizar exatamente o contrario! Pois quando Ele ordenado é porque Ele já assinou a nossa vitória, só temos que tomar posse, mas as vezes o problema é exatamente esse ........ TOMAR POSSE... já estamos tão acostumados com o fracasso que até quando o próprio Deus nos fala que seremos vitoriosos o nosso eu sofrido não nos deixa receber as promessas Dele em nossas vidas.

Quero te dizer o único que vive com a cabeça enterrada no chão è o avestruz, pois ele se conforma em ser assim, por isso amado (a) erga a tua cabeça e receba aquilo que Deus quer te dar, não seja um avestruz, pois Deus não te criou para viver assim.

Ezequiel profetiza e então o Espirito começa a fazer coisas sobrenaturais, os ossos começam a tomar forma e serem restaurados, querido é só abrir tua boca e crer. Mas faltava algo ainda não havia espirito naqueles corpos, talvez você esteja assim, com "vida" todos te olhem e achem que você é feliz, realizada, mas, no entanto dentro de você não há vida.

Amado a obra que Deus faz é completa Ele não só restaura tudo ao teu redor, como também restaura a tua vida, pois o Espirito aqui significa vida, vida esta que muitas as vezes o sofrimento nos faz ter vontade de perder. Então Deus vem e traz de volta para você a vontade de viver, cura as tuas feridas e mostra que Ele não deixa nada pela metade. Deus vai tratar de todas as áreas da tua vida.

Finalizando o povo de Israel tinha declarado que as suas esperanças estavam sepultadas, não tinha mais como o quadro ser mudado. Estavam derrotados!

Amada, talvez você esteja assim, sem esperança, sem amanhã. Quero te dizer que o mesmo que Deus disse para eles, se você crer Ele declara para você hoje, não importa qual o seu problema, Ele hoje está mudando o quadro!

Curve sua cabeça um pouco e do jeito que você sabe, ore à Deus, Ele não olha o quanto você é sábio para orar

Alguns olham para o seu casamento e não vêem mais vida, é como se estivessem olhando para um vale de ossos secos, só enxergam morte e sequidão. Outros olham para a vida profissional e vê a mesma coisa, outros olham para sua vida ministerial, para suas células, e até lá não conseguem enxergar a vida.

Seja qual for o lugar onde você esteja enxergando morte, o Senhor Deus está dizendo: Eu quero fazer um milagre, Eu quero derramar a Minha vida sobre você. – O que precisamos fazer para transformar o quadro de morte ao nosso redor? 1.

Ter a visão da restauração Em Ezequiel 37:3, Deus faz uma pergunta chave ao profeta: “Filho do homem, acaso poderão reviver estes ossos?” A resposta de Ezequiel a esta pergunta faria toda a diferença naquele contexto. Aquela era uma pergunta provocativa, feita para provocar uma reação em Ezequiel.

Na realidade, o que Deus estava lhe perguntando era: você crê que Eu posso derramar vida neste lugar? O Senhor queria levar Ezequiel a ter uma visão da restauração. Para que o profeta pudesse ser usado por Deus para derramar o sopro de vida sobre aqueles ossos, ele primeiro tinha que crer nisso, ele precisava visualizar a vida surgindo ali.

Esta mesma pergunta Deus tem feito a nós: “Filho do homem, pode haver vida no teu casamento, nos teus negócios, no teu ministério?” A nossa resposta fará toda a diferença. Em Heb.11:1 vemos que a fé é a “certeza das coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem”.

Temos que enxergar pelos olhos da fé, aquilo que os olhos humanos não vêem. César Castellanos, em seu livro “Sonha e Ganharás o Mundo”, diz que os sonhos são a linguagem de Deus. Quando conseguimos visualizar pelo Espírito a restauração, então é uma questão de tempo para que ela se manifeste no plano físico.

Deixe a visão entrar no seu coração e você estará deixando a vida entrar em você. 2. Liberar a palavra profética No versículo quatro, após provocar em Ezequiel a visão da restauração, Deus lhe dá uma ordem: “Profetiza”. Ou seja, o passo seguinte ao recebermos a visão, é andarmos pela visão. Não basta apenas receber de Deus uma visão de restauração, é preciso agir conforme esta visão que Deus nos dá. No caso do profeta, a ação era profetizar, ele tinha que liberar a palavra profética.

Como igreja do Senhor aqui na terra, temos uma missão profética de liberar a palavra de Deus sobre cidades, estados e nações.

Essa missão profética, no entanto, começa na nossa própria vida. Profetize sobre seu casamento, sobre sua família. Libere com a sua boca aquilo que Deus diz a respeito de você e não o que o mundo ou você mesmo pensa a seu respeito. Receba a visão de Deus em sua vida e comece a agir conforme ela, no falar, no andar, em cada atitude. Viva a visão e ela se concretizará plenamente em sua vida. – O que Deus faz quando tomamos nossa posição? 1.

Deus começa a operar a restauração Nos versos 6-8 vemos a visão se concretizando ante aos olhos de Ezequiel.

Sobre aqueles ossos sequíssimos, começam a surgir tendões, carne e pele. É Deus começando a operar a obra de restauração. Quando recebemos a visão e andamos por ela, logo a obra de restauração começará. No verso 7, vemos que houve um grande ruído quando a restauração começou.


Talvez Deus já esteja se movendo assim na sua vida e você ainda nem se deu conta. Tendões, carne e pele falam dos sinais que o Senhor começa a operar em nossas vidas quando começamos a nos mover pela visão de Deus.

É a conversão de um parente; é um livramento na área da saúde; é aquele dinheiro que estava preso a muito tempo ao qual você tinha direito e que agora, finalmente, saiu; é aquele primeiro visitante que chega na célula ou o primeiro irmão que você tem oportunidade de consolidar.

Talvez você já esteja andando na visão e nem saiba, talvez tendões, carne e pele já estejam surgindo e você ainda não se deu conta. 2. Deus sopra do seu Espírito Tendões, carne e pele são só o começo da obra de restauração. O mais importante ainda está por vir, o derramar do Espírito.

No versículo oito vemos que apesar da carne ter crescido milagrosamente sobre aqueles ossos, ainda não havia neles o fôlego de vida e o que Deus havia falado inicialmente para Ezequiel era a respeito de vida e não simplesmente de carne sobre ossos. “Poderão reviver estes ossos?”, foi a pergunta feita pelo Senhor.

A promessa era a de trazer vida a aqueles ossos. Então o profeta mais uma vez começa a profetizar e o grande milagre acontece “…o espírito entrou neles e viveram”. Deus quer derramar vida sobre você.

Sobre aquilo que você achava que estava morto, Deus pode fazer brotar a vida. Ele quer soprar do seu Espírito.

O interessante é que quando aqueles ossos reviveram e se puseram de pé, Ezequiel teve a maior surpresa de todas: aquele era um grande exército de guerreiros valorosos. O tempo todo aquele exército estava ali, mas as pessoas só viam ossos secos naquele lugar.

Talvez Deus queira usar o seu casamento para transformar gerações inteiras, talvez Ele tenha um plano tremendo na sua vida profissional, com certeza, Ele tem milhares de células para você, basta você crer, receber a visão e andar por ela e onde havia morte, reinará abundantemente a vida. No amor do Senhor.

Se você se sente um monte de ossos secos, sem valor nenhum, eu quero profetizar para a sua vida. Se você sente que o seu casamento, o seu trabalho, a sua igreja, o seu estudo não passam de um monte de ossos secos, eu quero profetizar, em nome de Deus, para ti MINHA AMADA IRMÃ EM CRISTO.

Eu quero profetizar que a sua vida vai mudar se você permitir. O Senhor quer soprar sobre você para que você receba a nova vida que Ele quer te dar. Mas é necessário que você queira realmente receber essa nova vida. É necessário você reconhecer que sem Deus você não passa de um monte de ossos secos. Deus quer te dar uma nova vida. Abra o seu coração para Deus e eu profetizo que Ele vai transformar a sua vida. Ela jamais será a mesma.

O corpo, por si só, pode ser perfeito, mas sem vida, não passa de um amontoado de ossos secos. Venha para Cristo Jesus, ele pode ressuscitar em você a vontade de viver novamente. Ele pode te dar esperança e amor. Pense na vida em abundância que você pode desfrutar na presença do Senhor.

Que Deus nos abençoe e nos guarde em nome de Jesus, amém!

Autor: Jânio Santos de Oliveira

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Deus Me Ama: Por Que Ter Medo?


E eis que certa mão me tocou, e fez com que me movesse sobre os meus joelhos e sobre as palmas das minhas mãos.  Daniel 10:10 

Daniel foi levado para a Mesopotâmia, sob o domínio de Nabucodonosor. Como profeta, foi usado por Jeová para zelar pela saúde espiritual do povo exilado. Por essa razão, o Senhor sempre esteve disponível, para fortalecer Daniel. Foi isto que aconteceu quando, durante o governo do rei Ciro. O Senhor mandou um anjo para reanimar o profeta. Ele disse: “Deus o ama. Portanto não fique com medo. Que a paz de Deus esteja com você. Anime-se. Tenha coragem. Então eu me senti mais forte e respondi: Fale, pois o Senhor me deu novas forças.” (Daniel 10:10).Todo cristão tem um pouco de Daniel, na sua história pessoal de vida aqui na Terra. Na realidade, como filhos adotivos de Deus, tornamo-nos cidadãos do Reino celestial. Enquanto não chega o dia da nossa ressurreição, temos também cidadania terrestre. No reino da Terra, como embaixadores de Cristo, devemos servir o nosso próximo – exatamente como fez Daniel.O Senhor sabe que, em nosso ministérios, experimentamos desgaste. Somos vítimas do cansaço, das injustiças, do desânimo, do medo, das omissões. Esta é a razão pela qual o Senhor usa mensageiros, para nos relembrar: Deus nos ama. E porque Ele nos ama, ele nos restaura e reanima e fortalece. Quando o medo nos assaltar, vale a pena recordar – “Deus o ama. Portanto não fique com medo”.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

A Importância da Família




Cresci ouvindo meu pai citar (muitas e muitas vezes) o versículo: “Deus faz que o solitário viva em família” (Sl 68.6). A razão pela qual ele enfatizava tanto isso tem a ver com sua história. Ele cresceu em uma família que não servia a Jesus (quase todos vieram a se converter depois), de modo que, pela ausência de valores bíblicos, apresentou inúmeras deficiências. Meu avô paterno suicidou-se quando meu pai tinha apenas doze anos. O fato dele não ter morrido imediatamente após o auto-envenenamento ameniza um pouco a situação, uma vez que deu claras mostras de arrependimento no período de quase um dia que levou até que, infelizmente, morresse. Porém, mesmo antes da trágica morte de meu avô, o meu pai não tinha uma vida familiar exemplar; falta de afeto, rigidez excessiva na disciplina e muitos outros fatores contribuíram para grandes lacunas emocionais.
O fato é que meu pai cresceu não apenas sentindo a falta de uma família estruturada, mas, depois da conversão, deparou-se com o que, para ele, era mais do que uma promessa, era a revelação de um propósito divino: “Deus faz que o solitário viva em família”. De alguma forma, seja ao mencionar tanto esse versículo, ou ao ensinar outros princípios bíblicos para a família, meu pai conseguiu encher meu coração com um sentimento de muito valor para com a família. E, mesmo reconhecendo que o lar em que cresci não era perfeito, percebo que meu pai me fez acreditar e sonhar com o plano divino para a família. E entendo que muito do que o Senhor deseja fazer em nossas vidas depende do nosso entendimento acerca do valor da família.

Portanto, penso que a melhor forma de iniciar este livro seja destacando a importância que a família tem. Quero, contudo, enfatizar a importância da família na ótica espiritual, aos olhos de Deus e à luz do que a Bíblia ensina.

Muita gente só enxerga o valor emocional, sentimental da família; mas o problema desta avaliação é que a família somente é boa quando as circunstâncias respaldam tal sentimento. Quando há crise, problemas de relacionamento e uma série de outros fatores que contribuem para que as emoções se desgastem, o valor atribuído à família é seriamente comprometido. Atribuir à família apenas o valor sentimental pode ser algo muito traiçoeiro.

Precisamos ir além disso e entender o valor que o Pai Celestial agregou à família. E então, somente então, poderemos trabalhar o valor emocional permitindo que ele se alinhe ao que as Escrituras Sagradas nos ensinam. Portanto, para consolidar o conceito do valor familiar, quero discorrer sobre os princípios e valores bíblicos acerca da família.

DEUS PENSA EM TERMOS DE FAMÍLIA

O Senhor não trata apenas com indivíduos, mas também com famílias. É claro que a salvação é individual, e a fé e a escolha (com suas consequências) também. O juízo vindouro também tem essa característica, e é por isso que a Palavra de Deus declara: “Assim, pois, cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus” (Rm 14.12). Contudo, quando falamos a respeito de propósito (não de responsabilidade), percebemos que a Bíblia apresenta um Deus que pensa em termos de famílias, e não apenas de indivíduos.

Quando o Senhor chamou o patriarca Abraão (na ocasião ainda chamado de Abrão), e fez com ele uma aliança, ainda que estivesse tratando com um indivíduo, estava também focando a família:

“Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. Eu farei de ti uma grande nação; abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu, sê uma bênção. Abençoarei aos que te abençoarem, e amaldiçoarei àquele que te amaldiçoar; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.”  (Gênesis 12.3)

Observe que o Senhor fala de multiplicar a família de Abrão com o propósito de abençoar TODAS as famílias da terra. Ou seja, Deus está prometendo abençoar uma família para, através dela, poder abençoar todas as demais famílias do planeta (em todas as épocas). É evidente que o Criador, em seus planos e propósitos para a humanidade, pensa em termos de família. Encontramos este padrão (salvação individual mas propósito familiar) nas histórias bíblicas. Basta recordar o que aconteceu com Noé:

“Porque eis que eu trago o dilúvio sobre a terra, para destruir, de debaixo do céu, toda a carne em que há espírito de vida; tudo o que há na terra expirará. Mas contigo estabelecerei o meu pacto; entrarás na arca, tu e contigo teus filhos, tua mulher e as mulheres de teus filhos.”  (Gênesis 6.17,18)

Noé chamou a atenção de Deus com sua integridade. Ele, sozinho, conseguiu isso. Mas o livramento se estendeu a toda a sua família. Vemos o mesmo com Ló:

“Então disseram os homens a Ló: Tens mais alguém aqui? Teu genro, e teus filhos, e tuas filhas, e todos quantos tens na cidade, tira-os para fora deste lugar; porque nós vamos destruir este lugar, porquanto o seu clamor se tem avolumado diante do Senhor, e o Senhor nos enviou a destruí-lo. Tendo saído Ló, falou com seus genros, que haviam de casar com suas filhas, e disse-lhes: Levantai-vos, saí deste lugar, porque o Senhor há de destruir a cidade. Mas ele pareceu aos seus genros como quem estava zombando. E ao amanhecer os anjos apertavam com Ló, dizendo: Levanta-te, toma tua mulher e tuas duas filhas que aqui estão, para que não pereças no castigo da cidade. Ele, porém, se demorava; pelo que os homens pegaram-lhe pela mão a ele, à sua mulher, e às suas filhas, sendo-lhe misericordioso o Senhor. Assim o tiraram e o puseram fora da cidade. Quando os tinham tirado para fora, disse um deles: Escapa-te, salva tua vida; não olhes para trás de ti, nem te detenhas em toda esta planície; escapa-te lá para o monte, para que não pereças.” (Gênesis 19.12-17)

O que podemos dizer da família de Ló? Sua mulher, ao sair de Sodoma, olhou para trás (desobedecendo à ordem divina e demonstrando saudade daquele lugar) e foi julgada por Deus. Seus futuros genros não creram em sua mensagem e ainda zombaram dele. Suas filhas o embebedaram para cometer incesto. Você consegue enxergar uma grande justiça na vida destes familiares? Eu não! Aliás, vale ressaltar que quem foi chamado de justo pelas Escrituras foi o próprio Ló:

“Se, reduzindo a cinza as cidades de Sodoma e Gomorra, condenou-as à destruição, havendo-as posto para exemplo aos que vivessem impiamente; e se livrou ao justo Ló, atribulado pela vida dissoluta daqueles perversos [porque este justo, habitando entre eles, por ver e ouvir, afligia todos os dias a sua alma justa com as injustas obras deles]; também sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar para o dia do juízo os injustos, que já estão sendo castigados”.  (2 Pedro 2.6-9)

Mas ainda que a salvação seja individual, Deus, em termos de propósito, também trata com as famílias. Continuamos encontrando este fato nas páginas do Novo Testamento:

“E ele nos contou como vira em pé em sua casa o anjo, que lhe dissera: Envia a Jope e manda chamar a Simão, que tem por sobrenome Pedro, o qual te dirá palavras pelas quais serás salvo, tu e toda a tua casa.”  (Atos 11.14)

“Responderam eles: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa.”  (Atos 16.30)

Precisamos compreender esse propósito divino para a família. Entender o projeto de Deus nos ajudará a discernir o valor que Ele atribui à família.

BÊNÇÃOS FAMILIARES

Vimos em Gênesis 12.1-3 que, no plano de Deus, a família tanto é abençoada como também é abençoadora. O Senhor disse que abençoaria a Abraão e sua descendência (família) e que, através da família do patriarca, todas as demais famílias da terra seriam abençoadas.

É interessante notar que, na Bíblia, sempre que Deus abençoa alguém, também abençoa a sua família. Vemos isso na vida de Potifar, capitão da guarda do Faraó: “Desde que o pôs como mordomo sobre a sua casa e sobre todos os seus bens, o Senhor abençoou a casa do egípcio por amor de José; e a bênção do Senhor estava sobre tudo o que tinha, tanto na casa como no campo” (Gn 39.5).

Também vemos o mesmo com as parteiras que, por temor a Deus, desobedeceram a ordem do Faraó de lançar no rio Nilo os recém-nascidos dos hebreus que eram do sexo masculino: “Também aconteceu que, como as parteiras temeram a Deus, ele lhes estabeleceu as casas” (Êx 1.21).

As Escrituras também enfatizam isso acerca de Obede-Edom: “E ficou a arca do Senhor três meses na casa de Obede-Edom, o gitita, e o Senhor o abençoou e a toda a sua casa” (2 Sm 6.12).

Há uma evidente relação entre as bênçãos divinas e a família. Uma das primeiras bênçãos mencionadas como consequência da obediência ao Senhor em Deuteronômio 28 é “bendito o fruto do teu ventre” (v.4).

Quem pregou na cerimônia do meu casamento foi meu pai. Na ocasião, o pastor Juarez Subirá falou de um texto bíblico que cresci escutando ele mencionar, o Salmo 128. Veja os quatro primeiros versículos desse Salmo:

“Bem-aventurado todo aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem. A tua mulher será como a videira frutífera, no interior da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira, ao redor da tua mesa. Eis que assim será abençoado o homem que teme ao Senhor.”  (Salmo 128.1-4)

Deus fala de prosperidade material e da família. E depois de falar da bênção sobre a família de quem teme ao Senhor, o salmista enfatiza: “assim será abençoado o homem que teme ao Senhor”. A bênção da família parece vir até mesmo antes das outras:

“Sejam os nossos filhos, na sua mocidade, como plantas bem desenvolvidas, e as nossas filhas como pedras angulares lavradas, como as de um palácio. Estejam repletos os nossos celeiros, fornecendo toda sorte de provisões; as nossas ovelhas produzam a milhares e a dezenas de milhares em nossos campos; os nossos bois levem ricas cargas; e não haja assaltos, nem sortidas, nem clamores em nossas ruas! Bem-aventurado o povo a quem assim sucede! Bem-aventurado o povo cujo Deus é o Senhor.”  (Salmo 144.12-14)

Algo interessante que percebo nas Escrituras é que Deus não somente abençoa a família, mas também vê a própria família em si mesma como uma bênção oferecida aos homens:

“Deus faz que o solitário viva em família; liberta os presos e os faz prosperar; mas os rebeldes habitam em terra árida.”  (Salmo 68.6)

“Ele faz com que a mulher estéril habite em família, e seja alegre mãe de filhos. Louvai ao Senhor.”  (Salmo 113.9)

Durante muito tempo eu acreditei que o Senhor abençoava a família porque ela era importante para nós. Portanto, como forma de nos agradar, pelo valor que nós damos à família, o Pai Celeste a abençoava.

Contudo, descobri (e falarei disso mais adiante) que Deus não abençoa a família apenas por ser importante para nós. É muito mais do que isso, uma vez que a família é importante para Ele! E as bênçãos prometidas em todo o tempo sobre as famílias somente fortalecem esse conceito.

MANDAMENTOS FAMILIARES

Além das bênçãos sobre a família (que revelam o quanto o Senhor a aprecia e quer que vivamos o Seu melhor), encontramos na Palavra de Deus, também, a questão dos mandamentos familiares.

Desde que instituiu a família, o Criador a protegeu, dando aos homens leis que deveriam proteger a instituição chamada família. Nos Dez Mandamentos, temos dois deles diretamente ligados à questão familiar (a ordem de honrar os pais e a de não adulterar – sem contar o de não cobiçar a mulher do próximo). As Sagradas Escrituras estão repletas de mandamentos familiares – ordens divinas acerca da vida familiar.

Esses mandamentos, se obedecidos, trazem bênçãos sobre a vida daqueles que os praticam. Por outro lado, a quebra desses mandamentos, que denomino “pecados familiares”, também trarão consequências diferenciadas (falarei mais sobre isso num capítulo com o mesmo tema). A ordem divina de honrar os pais, por exemplo, é chamada de “o primeiro mandamento com promessa”:

“Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra.”  (Efésios 6.1-3)

Obedecer aos mandamentos que protegem a família nos farão ser bem-sucedidos em tudo e ainda aumentar nossos dias de vida. Prosperidade e longevidade num pacote só!

Os filhos devem a seus pais não apenas obediência, mas também honra. Ao se casarem, os filhos deixam pai e mãe e se unem ao seu cônjuge; isso põe fim à necessidade de obediência, mas não de honra:

“Mas, se alguma viúva tiver filhos, ou netos, aprendam eles primeiro a exercer piedade para com a sua própria família, e a recompensar seus progenitores; porque isto é agradável a Deus.”  (1 Timóteo 5.4)

Os filhos devem recompensar seus pais (que os criaram) quando esses chegam à velhice; devem suprir seus progenitores não só em suas necessidades materiais. Ainda que não devam mais a obediência de quando viviam sob seu teto, devem honra. Sempre!

Além dos mandamentos que determinam a conduta dos filhos para com os pais, também encontramos na Bíblia os mandamentos que determinam a conduta dos pais para com os filhos, especialmente a ordem de criá-los no temor do Senhor:

“E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor.”  (Efésios 6.4)

“Que [o bispo] governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a sua própria casa, como cuidará da igreja de Deus?)”  (1 Timóteo 3.4,5)

Também há mandamentos dados por Deus para os cônjuges. O marido deve amar sua mulher, honrá-la e trata-la de forma correta; a esposa deve submeter-se e respeitar seu marido:

“Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.”  (Efésios 5.28)

“Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não as trateis asperamente.”  (Colossenses 3.19)

“Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor; porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo. Mas, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos.”  (Efésios 5.22-24)

A FAMÍLIA EM NOSSA ESCALA DE VALORES

A escala de valores de muitos cristãos está desordenada. Alguns estão vivendo de modo desordenado porque não fazem a menor ideia do que as Escrituras ensinam a respeito do assunto; outros porque, mesmo tendo os valores e prioridades devidamente ordenados no conceito mental, não conseguem mantê-los na prática.

Para quem deseja viver no lugar correto de importância à família atribuída por Deus, a primeira coisa a ser feita é conhecer a escala de valores do ponto de vista de Deus, ou seja, aquilo que a Bíblia ensina. Depois, é lutar para fazer funcionar.

Deus em primeiro lugar

Não há nada, absolutamente nada, que possa ocupar o primeiro lugar de nossas vidas, a não ser Deus. O mandamento dado a Moisés foi lembrado e enfatizado pelo próprio Senhor Jesus:

“Aproximou-se dele um dos escribas que os ouvira discutir e, percebendo que lhes havia respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos? Respondeu Jesus: O primeiro é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças. E o segundo é este: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que esses.”  (Marcos 12.28-31)

Amar ao Senhor de todo o nosso coração, alma, entendimento e forças, é colocá-lo em primeiro lugar nas nossas vidas. Jesus deixou bem claro a qualquer que quisesse segui-lo como discípulo, que deveria reconhecê-lo em primeiro lugar em suas vidas, na frente das pessoas que normalmente nos são as mais amadas e queridas:

“Se alguém vier a mim, e não aborrecer a pai e mãe, a mulher e filhos, a irmãos e irmãs, e ainda também à própria vida, não pode ser meu discípulo. Quem não leva a sua cruz e não me segue, não pode ser meu discípulo. Assim, pois, todo aquele dentre vós que não renuncia a tudo quanto possui, não pode ser meu discípulo.”  (Lucas 14.26,27 e 33)

O Senhor deve estar à frente dos pais, cônjuge, filhos e qualquer outro familiar. Ele deve ser o primeiro valor em nossa lista ou escala de prioridades. Deve vir antes de nossa própria vida. Deve vir antes de nossos bens ou qualquer outra coisa. Quando falamos sobre Deus vir antes, não é porque as coisas que nos dispomos a renunciar não têm mais lugar em nossas vidas; apenas elas vêm depois.

Por exemplo, se o meu cônjuge, incomodado com minha fé me dá um ultimato e me manda escolher entre ele ou o Senhor, me disponho a sacrificá-lo e ficar com Deus, pois Deus é o maior valor de minha vida. Mas se, mesmo não sendo cristão, meu cônjuge não se importa que eu busque ao Senhor, então ele passa a ser meu segundo maior valor ou prioridade (1 Co 7.12,13). O primeiro lugar de nossa vida, indiscutivelmente, é de Deus:

“Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.”  (Mateus 6.33)

Repetindo: isso não quer dizer que as outras coisas não caibam em nossas vidas; tão somente que elas vêm depois de Deus.

Família em segundo lugar

Muita gente tem errado ao pensar que a igreja ou o ministério vem logo depois de Deus. Na verdade, a família vem em segundo lugar. Conheci, quando ainda era um adolescente, uma senhora (do interior de São Paulo) que disse que Deus a chamou para uma missão e desapareceu de casa por mais de um mês. Quando os irmãos da congregação perceberam o que estava acontecendo, tiveram que cuidar dos filhos dessa mulher, que não tinham o que comer e nem vestir. O marido estava furioso porque roupas chegaram a apodrecer no tanque enquanto a família aguardava ansiosa o término da “missão”. Isto é um absurdo! Uma mulher destas, ainda que se intitule missionária, não conhece a Bíblia. Até no caso de diminuir a intensidade do contato físico para se dedicar à oração, o casal deve estar em acordo (1 Co 7.5). Mas aquela mulher não consultou seu marido, e apenas disse: “Deus me chamou e eu estou indo”. E ainda por cima, dizia que o marido é que era um carnal ao ponto de não discernir a voz de Deus.

Como declarou D. L. Moody, o grande evangelista: “Acredito que a família foi estabelecida muito antes da igreja, e o meu dever é primeiro com minha família. Não devo negligenciar minha família”. Veja o que as Sagradas Escrituras ensinam acerca do lugar da família na nossa escala de valores:

“Mas, se alguém não cuida dos seus, e especialmente dos da sua família, tem negado a fé, e é pior que um incrédulo.”  (1 Timóteo 5.8)

Não há dúvida de que a família é nossa segunda prioridade depois de Deus. Se alguém negligenciar sua família por causa da igreja, do ministério, ou de qualquer outra coisa, por mais “espiritual” que pareça, estará contra a Palavra de Deus. Paulo disse que tal pessoa está negando a fé e é pior do que um incrédulo. Agora veja, o apóstolo estava falando com os crentes que iam à igreja mas estavam negligenciando o lar. Logo, concluímos que a família vem antes da igreja na nossa escala de valores. Há um outro texto que mostra claramente a família como uma prioridade antes da igreja e do ministério. É o conselho pastoral que Paulo queria estender a todos os ministros debaixo da supervisão de Timóteo:

“É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, …que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a sua própria casa, como cuidará da igreja de Deus?)”  (1 Timóteo 3.2,4 e 5)

Observe que o homem de Deus deve ser exemplar quanto à sua família. Fiel à sua esposa, e governando bem sua casa e seus filhos; caso contrário, não poderá cuidar de igreja e ministério.

A Palavra de Deus não deixa a menor sombra de dúvida quanto ao lugar que nossa família deve ter na nossa escala de valores. Mas muitos cristãos têm negligenciado a sua família. Muitos pais que não dão tempo e atenção aos seus filhos se queixam de vê-los desviados, mas não se apercebem que estão andando em desordem. Há esposas perdendo seus maridos e vice-versa, porque não os colocaram no lugar certo na escala de valores. É hora de ordenarmos nossos passos e darmos atenção, honra e dedicação devidas à família.

Trabalho em terceiro lugar

É impressionante a facilidade com que nos levamos aos extremos. De um lado, temos na igreja pessoas que são viciadas em trabalho e cujas vidas não estão em ordem, pois desrespeitaram a escala bíblica de valores, pondo o trabalho em primeiro lugar. De outro, temos aqueles que relegaram ao trabalho o último lugar na sua escala de valores, ou que nem mesmo colocam o trabalho em suas prioridades.

Quando a Bíblia fala daquele que não cuida da sua família sendo pior do que o descrente (1 Tm 5.8), está falando, no contexto, sobre sustento material, sobre provisão das necessidades físicas. Um cristão que não leva a sério o trabalho, ao ponto de deixar sua família passar necessidade, está violando os dois valores mais importantes que vêm logo depois de Deus.

O trabalho é uma ordem bíblica. É o meio do homem sustentar sua casa e viver dignamente. Além disso, por meio do seu ganho ele também poderá servir ao reino de Deus e ao necessitado:

“Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado”.  (Efésios 4.28)

A Palavra de Deus também diz que aquele que não trabalha está andando desordenadamente, fora do plano divino:

“Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: Se alguém não quer trabalhar, também não coma. Pois, de fato, estamos informados de que entre vós há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes se intrometem na vida alheia. A elas, porém, determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranquilamente, comam o seu próprio pão.”  (2 Tessalonicenses 3.10-12)

O mandamento de Deus é claro: quem não trabalha, não deve ser sustentado pelos outros. Cada homem tem a obrigação e a responsabilidade de se envolver com o trabalho; isto não apenas o proverá quanto às suas necessidades, mas ocupará corretamente o seu tempo, livrando-o de outros problemas. Paulo se orgulhava de nunca ter sido um peso para ninguém, e de suas próprias mãos (seu trabalho) terem lhe provido o sustento (At 20.34).

Mesmo quando Deus chama alguém para o ministério de tempo integral – o que também é trabalho – deve-se ter a sensibilidade de reconhecer que, em determinados momentos, devido à falta de recursos, nada há de errado em se trabalhar em uma outra área até que a condição de sustento mude – foi isto o que aconteceu com Paulo em Corinto (At 18.1-5).

Na vida dos que se dedicam de tempo integral, o ministério se enquadra na prioridade “trabalho”. Jesus ao enviar seus discípulos para pregar e ministrar ao povo, aplicou a eles o termo “trabalhadores” e mencionou seu direito de salário, que é a recompensa legítima do trabalhador (Mt 10.7-10).

Alguns estudantes crentes não sabem onde devem colocar seus estudos nesta escala. Considerando que o estudo é um meio de profissionalização e preparo para melhores trabalhos, deve ser colocado no mesmo lugar que o trabalho. Porém, algumas famílias conseguem manter seus filhos somente estudando sem que trabalhem, mas a maioria não. Portanto, devemos aconselhar e encorajar nossos jovens que enfrentem a correria de exercer as duas atividades, pois, independentemente da necessidade financeira, o trabalho engrandece e amadurece a pessoa.

Se dermos o valor devido a cada uma destas atividades, mantendo-as em ordem na escala de valores e respeitando esta ordem em nosso dia a dia, deixaremos de ter muitos dos problemas que já tem nos incomodado. O trabalho tem o propósito de servir ao cuidado familiar; mas requer muita atenção e equilíbrio de nossa parte, uma vez que alguns, por se dedicar demais ao trabalho, acabam perdendo a própria família da qual deveriam cuidar, enquanto outros, por sua vez, negligenciam o cuidado básico.

Autor: Luciano Subirá 

terça-feira, 4 de junho de 2013

Neutralizando os Ataques do Inimigo


Todos os dias estamos diante da batalha por uma vida feliz e abençoada. Agora, nesta tentativa de se obter uma vida feliz, teremos sempre o nosso adversário que tentará impedir o nosso sucesso, cabe a nós neutralizarmos os seus ataques que por certo virão sempre sobre nós.

Este texto mostra como Ezequias agiu para impedir que o seu inimigo Senaqueribe rei da Assíria, destruísse o povo de Israel.

1- Ezequias mandou tapar as fontes das águas que havia fora da cidade V.3

· Nenhum exército inimigo sobrevive sem água
O que alimenta o nosso inimigo Satanás?
· Como satanás se torna forte contra nós?

A nossa desconfiança (falta de fé) no livramento de Deus.
A nossa negligência com as coisas espirituais.

Quando começamos a acreditar na providência de Deus mesmo diante de uma luta aparentemente impossível de ser vencida começamos a enfraquecer a força do inimigo, tirando assim a fonte de sobrevivência do inimigo que é a nossa falta de fé. Senaqueribe já tinha destruído muitas nações e zombava do Deus de Israel V.17, fisicamente a batalha já estava perdida e somente um ato divino poderia garantir a vitória.

2- Ezequias restaurou todo o muro quebrado V.5

· Todas as brechas foram tapadas, o muro foi restaurado.
· Só neutralizaremos o inimigo se não deixarmos nenhuma brecha.

Talvez em sua vida tenha brechas que o inimigo tem entrado por elas e lhe causado sérios problemas. É necessário restaura-las.
O que é que produz brechas na nossa vida? O Pecado, o erro etc...

3- Ezequias ergueu torres...

Erga torres de proteção em sua vida.V.5. Como?
1- Casamento - Vivei a vida comum do lar
2- Filhos - Traga seus filhos a igreja, é sua responsabilidade.
3- Trabalho - Seja o melhor funcionário
4- Colégio - Leve a sério os seus estudos.
5- Vida espiritual - Tenha zelo com sua vida espiritual.

Deus enviou seu anjo e Senaqueribe foi envergonhado e derrotado V.21. Assim também Deus enviará a nossa vitória e os nossos inimigos serão envergonhados e derrotados.

sábado, 1 de junho de 2013

DEUS TE AMA, MAIS DO QUE VOCÊ IMAGINA!

Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.  I João 4.8





 O homem e a mulher passam por momentos na vida em que imaginam que ninguém os ama. Todos nós nos sentimos rejeitados uma vez na vida. Mas eu quero dizer que Deus te ama. Deus me ama, mesmo que não sinta o seu amor. A Palavra de Deus diz que Deus é amor. No grego existem três palavras para amor: ágape, phileo e eros. Mas quando falamos do amor de Deus estamos nos referindo ao amor ágape que é um amor sem interesse. O propósito de Deus para o homem é um propósito baseado no amor. O plano de Deus para sua vida está fundamentado no amor que Deus sente por você. O amor de Deus é manifestado em nossas vidas de diversas formas. Nesta noite o Espírito Santo de Deus irá ministrar em nosso coração o amor de Deus. Os planos de Deus para sua você são de fazê-lo prosperar.
 O amor de Deus se manifesta através de...
1 - JESUS CRISTO! (João 3.16; Romanos 5.8; Efésios 2.4-5; Romanos 8.32).

Deus vê a humanidade se destruindo. Caminhando para o inferno. Os homens destruindo e matando o seu semelhante. O coração de Deus se entristece diante dessa cena. A única maneira do homem ter salvação era através da comunhão com Deus. Mas o pecado impedia qualquer comunhão entre Deus e o homem. Deus então envia Cristo ao mundo para restabelecer a comunhão entre o homem e Deus (João 14.6). A humanidade estava presa ao pecado. O diabo escravizava a humanidade, somente Jesus Cristo poderia trazer libertação ao homem (João 8.32 e 36). Deus ama tanto o homem que resolveu entregar o seu único Filho para salvar a humanidade. Cristo sofreu por você. O amor de Deus por você ultrapassa o nosso pensamento. Deus não poupou o seu único Filho para restabelecer a comunhão entre você e Ele.
 O amor de Deus se manifesta através do seu...
2 – CUIDADO, PROTEÇÃO EM NOSSAS VIDAS! (Salmo 94.19; 40.17).

O amor de Deus é tão grande que Ele nos protege. Só o motivo de estarmos aqui nesta noite já é uma prova do cuidado de Deus sobre sua vida. Deus nos protege dos males deste mundo, nos protege dos ataques do inimigo. Por mais que sejamos afligidos por todos os lados Deus nos protege. A Palavra de Deus diz que: “Mil poderão cair ao teu lado, e dez mil à tua direita; mas tu não serás atingido” (Salmo 91.7). Todos os dias somos afligidos por todos os lados, mas Deus te ama e luta por você. O nosso Deus é poderoso, e esse Deus nos ama. Aquele que não poupou o seu Filho tem o prazer de nos proteger. Deus da missão aos seus anjos de nos proteger, Deus usa todos os meios para proteger aqueles que se refugiam nEle. Deus é o meu refugio seguro. A Bíblia diz que os anjos de Deus nos protegem: “Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos” (Salmo 91.11). Meu amado irmão não duvide do cuidado de Deus sobre a sua vida. Deus está trabalhando ao nosso favor. Deus te ama.
 O amor de Deus se manifesta através da sua...

3 – DISCIPLINA EM NOSSAS VIDAS! (Provérbios 3.11-12; 13.24; Hebreus 12.5-7).

Quando eu era criança e minha mãe me disciplinava eu imaginava que ela não estava mais gostando de mim. Hoje vejo que minha mãe me disciplinava porque me amava. A disciplina da minha mãe era para que eu não cometesse mais o mesmo erro. Deus que é um Deus de amor também nos disciplina. A disciplina de Deus sobre as nossas vidas é prova do seu amor. E a prova também de que nós somos filhos. Deus nos disciplina porque quer que sejamos melhores filhos. Meu irmão aceite a disciplina do SENHOR crendo que a disciplina do SENHOR sobre sua vida trará resultados abençoadores para você. Deus te ama tanto que não quer que você viva no erro. O pecado nos separa de Deus e Deus não quer ficar longe de nós e é por isso que Deus nos disciplina. Deus te ama. Aceite a disciplina do SENHOR como uma forma de ser abençoado. A disciplina é uma forma de fazer com que não soframos no futuro. A disciplina também é para nos proteger e demonstrar o grande amor de Deus sobre as nossas vidas.
Conclusão: DEUS ME AMA E TUDO O QUE ELE FAZ SOBRE A MINHA VIDA É RESULTADO DO SEU AMOR POR MIM!