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Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos. Provérbios 16:3

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Um antegozo do céu


O homem não foi feito para habitar na solidão; ele deveria ser um
ente social. Sem companhia, as belas cenas e deleitosas ocupações
do Éden teriam deixado de proporcionar perfeita felicidade. Mesmo
a comunhão com os anjos não poderia satisfazer seu desejo de
simpatia e companhia. Ninguém havia da mesma natureza para amar
e ser amado.

O próprio Deus deu a Adão uma companheira. Proveu-lhe uma
“adjutora” — ajudadora esta que lhe correspondesse — a qual estava
em condições de ser sua companheira, e que poderia ser um com ele,
em amor e simpatia. Eva foi criada de uma costela tirada do lado
de Adão, significando que não o deveria dominar, como a cabeça,
nem ser pisada sob os pés como se fosse inferior, mas estar a seu
lado como seu igual, e ser amada e protegida por ele.

Como parte do homem, osso de seus ossos, e carne de sua carne, era ela o seu
segundo eu, mostrando isto a íntima união e apego afetivo que deve
existir nesta relação. “Porque nunca ninguém aborreceu a sua própria
carne; antes a alimenta e sustenta.” “Portanto deixará o varão a seu
pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma
carne.” Efésios 5:29; Gênesis 2:24.

Deus celebrou o primeiro casamento. Assim esta instituição tem
como seu originador o Criador do Universo. “Venerado... seja o
matrimônio” (Hebreus 13:4); foi esta uma das primeiras dádivas

de Deus ao homem, e é uma das duas instituições que, depois da
queda, Adão trouxe consigo de além das portas do Paraíso. Quando
os princípios divinos são reconhecidos e obedecidos nesta relação, o
casamento é uma bênção; preserva a pureza e felicidade do gênero
humano, provê as necessidades sociais do homem, eleva a natureza
física, intelectual e moral.

Então, ao unir o Criador as mãos do santo par em matrimônio,
 dizendo: Um homem “deixará o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á a
sua mulher, e serão ambos uma carne” (Gênesis 2:24), enunciou a
lei do matrimônio para todos os filhos de Adão, até ao fim do tempo.
Aquilo que o próprio Pai Eterno declarou bom, era a lei da mais
elevada bênção e desenvolvimento para o homem.

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