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Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos. Provérbios 16:3

terça-feira, 27 de maio de 2014

PRECISAMOS MAIS HUMOR DENTRO DE CASA




Em muitos lares o ambiente é muito carregado.
 As pessoas são sisudas e mal humoradas. 
Qual foi a última vez que você reuniu sua família ao redor da mesa para dar umas boas gargalhadas. Não estou falando do riso escarnecedor nem das gargalhas fúteis.
 Estou falando do humor saudável, da alegria pura, da leveza de um relacionamento cheio da alegria de Deus!

Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Janelas da vida



Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de Seus benefícios. Sal. 103:2.


Um povo sem memória é um povo sem destino. Se você não sabe de onde vem, como saberá para onde vai? Você anda, mas para onde? Em que direção? O ser humano tem um apego inconsciente ao passado, apesar de sua vertiginosa projeção para o futuro. É de sua história que tira forças para continuar avançando, a despeito dos obstáculos que aparecem no caminho.


O salmista o convida hoje a “bendizer ao Senhor”. Bendizer, em português, vem da conjunção de duas palavras: dizer bem – falar bem, mesmo que as circunstâncias não sejam as melhores.


Mas por que haveríamos de falar bem de Deus se no presente tudo parece estar de cabeça para baixo? Davi nos dá a razão: “Não te esqueças de nem um só de Seus benefícios.” Em outras palavras: Olhe para a sua história. Lembra-se de como o Senhor o conduziu no passado? Se você está vivo neste momento, se tem o que tem, embora seja pouco, é porque você se esforçou ou porque Deus abençoou o seu esforço?


No verso 7 deste salmo, o autor se refere à maneira maravilhosa como Deus conduziu Israel no passado, “manifestou os Seus caminhos a Moisés e os Seus feitos aos filhos de Israel”. Sal. 103:7. Que feitos? Abriu o Mar Vermelho, fez cair o maná dos céus, tirou água da rocha, derrotou os inimigos. É pouco? Ora, se Deus fez tudo isso no passado, não será capaz de fazer coisas maiores no presente?


Portanto, fale bem de Deus. “Bendize... ao Senhor”, apesar das nuvens e do céu escuro, a despeito das lágrimas e da dor. Deus continua sendo Deus. Não o abandonou. Não dorme nem descansa. Está mais presente do que você imagina.


Este salmo tem 22 versículos. O mesmo número de letras do alfabeto hebraico. Começa e termina da mesma maneira, dizendo: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor.” Coincidência? Não. Beleza literária? Menos ainda. Simplesmente confiança de que amanhã será outro dia e o sol nascerá de novo.


Por isso, antes de revisar a sua agenda diária, repita para si mesmo:


“Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de Seus benefícios.”

domingo, 11 de maio de 2014

Oração de Mãe


Deus, ensina-me e ajuda-me:
A respeitar meus filhos e fazer-me digna de seu respeito.
A elogiá-los muito e a censurá-los pouco.
A dar ênfase aos seus sucessos e atenuar suas falhas.
A fazer-lhes unicamente aquelas promessas que eu posso cumprir.
A ter confiança ilimitada em meus filhos, sendo sempre fiel para com eles.
A auxiliá-los na formação e defesa de suas próprias personalidades, evitando sujeita-las aos meus próprios desejos.
A cuidar do seu físico, da sua mente e do seu espírito.
A mostrar-me alegre e pronta a rir, pois as crianças gostam do riso como gostam do sol.
A ter, para com eles, infinita paciência e condescendência, porque eles têm muito a aprender e eu mesmo não sou muito sábia.
A proteger meus filhos do meu nervosismo, da minha cólera, dos meus defeitos pessoais, do meu pessimismo e dos meus temores.
A auxiliá-los a escolher a carreira para a qual se sintam vocacionados em lugar de querer satisfazer, através deles, a minha ambição pessoal.
A dedicar-lhes tempo e esforço de modo a poder ser a sua amiga íntima e interessada.
A preparar meus filhos para que saibam enfrentar heroica, honesta e independentemente, a vida e o mundo.
A dar-lhes liberdade e a ensinar-lhes como usá-la, de modo que não confundam liberdade e licença.
A mostrar, para com eles, o meu profundo amor.
A cuidar deles conscienciosamente.
A educa-los com inteligência e afeição, fugindo dos métodos de punições, condenações e terror.
A guiar meus filhos em lugar de conduzi-los.
A dirigir sua energia em lugar de reprimi-la.
A procurar compreendê-los em lugar de julgá-los.
E, apesar de todas as falhas, triviais ou sérias, a amá-los decididamente.
Peço-te, ó Deus, em nome do melhor dos filhos – Jesus Cristo.
Amém.

(Autoria desconhecida)

A pior mãe do mundo, pode ser a sua!


Eu tive a pior mãe do mundo. Enquanto outras crianças podiam comer doces para o café da manhã, eu precisava comer mingau e pão com manteiga. Meus amiguinhos tinha Coca Cola e balas no almoço, mas eu tinha de comer arroz com feijão. Como você pode adivinhar, meu jantar também era diferente daquele que os outros meninos se deliciavam.

Mas pelo menos, eu não sofria só. Minha irmã e meus dois irmãos tinham a mesma mãe tirana que eu. Mamãe insistia em saber exatamente onde estávamos em qualquer hora. Podia se pensar que éramos alguma espécie de criminosos. Ela fazia questão de saber com quem andávamos e o que fazíamos. E insistia que, se disséssemos que íamos sair por uma hora, tínhamos de voltar dentro de uma hora ou antes. Não podia ser uma hora e mais uns minutinhos.

Quase tenho vergonha de contá-lo, mas ela até batia em nós. E não o fazia apenas uma vez, mas todas as vezes que saíamos da linha. Você pode imaginar alguém chegar ao ponto de dar palmadas numa criança, somente porque desobedeceu? Agora você está começando a entender quão cruel ela era realmente.
E ainda não contei o pior. Todas as noites, às nove horas, já devíamos estar na cama. E no dia seguinte, estar de pé, bem cedo. Mesmo nas férias, não podíamos dormir até o meio dia, como faziam nossos amigos. Ah não! Enquanto eles descansavam à vontade no conforto de sua cama, nós éramos forçados a trabalhar lavando a louça, forrando cama, aprendendo a cozinhar e outras coisas ruins. Desconfiávamos que ela ficava acordada de noite, procurando pensar em outras coisas piores para exigir de nós.

Mamãe sempre insistia para que falássemos a verdade, toda a verdade e nada de mentiras, mesmo se isso nos custasse a vida, como quase acontecia…

E ao chegarmos à adolescência, mamãe já estava com mais prática, e nossa vida se tornou quase insuportável. Nada de um namorado chegar à frente da casa e chamar-nos com uma businada. Ficávamos até envergonhados com a sua insistência de que os namorados e amigos tinham de vir à porta nos buscar. Ah, quase me esqueci de contar que, enquanto outros estavam namorando na idade amadurecida de doze ou treze anos, minha mãe quadrada não me deixou namorar antes dos quinze ou dezesseis.

  Quinze, isto é, quando se tratava de uma festa na igreja ou na escola o que acontecia duas ou três vezes por ano.
Minha mãe foi realmente um fracasso. Nenhum de seus filhos jamais foi apreendido pela polícia ou divorciado; nenhum deles costuma bater em sua esposa. Cada um dos filhos homens prestou seu tempo de serviço no exército. E quem podemos responsabilizar por sairmos desse jeito? Examente – a minha mãe.

Pense só nas coisas que perdemos. Nunca tivemos a experiência de marchar numa demonstração contra o governo; jamais quebramos os móveis da nossa universidade, nem incendiamos automóveis. Além de outras mil coisas que alguns de nossos colegas faziam.

Mamãe nos forçou a nos tornamos adultos instruídos, honestos e tementes a Deus. Agora, com  a própria experiência como base, estou procurando criar meus próprios filhos. Eu não me preocupo quando eles acusam de ser cruel. Até fico contente com esta opinião. Porque, como você percebeu, dou graças a Deus que Ele me deu a “PIOR” mãe do mundo.

(Autor desconhecido)
Fonte: Blog do Amilton Menezes

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Deixar É Amar

 


"Mulher, eis aí o teu filho." - João 19.26  
 
 
O evangelho está cheio de desafios retóricos que provam a nossa fé e resistência contra a natureza humana.  
 
 1 "Mais bem-aventurado é dar que receber."  
 
2 "Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará."  
 
3 "Não há profeta sem honra senão na sua terra e na sua casa.” 
 
Mas nenhuma declaração é mais difícil de entender ou amedrontadora do que a de Mateus 19.29: "E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe (ou mulher), ou filhos, ou campos, por causa do meu nome, receberá muitas vezes mais, e herdará a vida eterna."

A parte sobre deixar casas e propriedades posso compreender. É a outra parte que me faz estremecer. A parte sobre deixar pai e mãe, dizer adeus aos irmãos e irmãs, dar um beijo de despedida num filho ou filha. É fácil comparar o discipulado com a pobreza ou a desgraça pública, mas deixar minha família? Por que devo estar disposto a deixar meus entes queridos? Pode o sacrifício ficar ainda mais sacrificial do que isso?"
"Mulher, eis aí o teu filho."  Maria está mais velha agora. O cabelo nas têmporas ficou grisalho. As rugas substituíram sua pele jovem. Tem as mãos calosas. Ela criou vários filhos e agora contempla a crucificação do primogênito.  Ficamos pensando quais as lembranças que lhe passam pela mente enquanto testemunha a tortura dele. A longa viagem para Belém, talvez. Uma caminha de bebê feita de palha. Fugitivos no Egito. Em casa em Nazaré. Pânico em Jerusalém. "Pensei que estava em sua companhia!" Lições de carpintaria. Riso à mesa do jantar.  E aquela manhã que Jesus chegou cedo da oficina, seus olhos mais firmes, sua voz mais direta. Ele ouvira as notícias. "João está pregando no deserto." Seu filho tirou o avental, limpou as mãos e com um último olhar despediu-se da mãe. Ambos sabiam que nada mais seria igual de novo. Naquela último olhar eles compartilharam um segredo, cuja extensão era demasiado penosa para ser repetida em voz alta.  Maria aprendeu naquele dia que o sofrimento vem com a despedida. A partir daquele momento teria de amar o filho à distância; na periferia da multidão, do lado de fora de uma casa cheia, na praia do mar. Talvez ela até estivesse lá quando foi feita a promessa enigmática: "E todo aquele que tiver deixado... mãe... por causa do meu nome."  Maria não foi a primeira a ser chamada para despedir-se de seus entes queridos por causa do reino. José foi chamado para ser órfão no Egito. Jonas para ser um estrangeiro em Nínive. Ana levou seu primogênito para servir no templo. Daniel foi enviado de Jerusalém para a Babilônia. Neemias de Susã para Jerusalém. Abraão recebeu ordem para sacrificar seu próprio filho. Paulo teve de despedir-se da sua herança. A Bíblia está unida por trilhas de adeuses e manchada por lágrimas de despedida.

De fato, parece que adeus é uma palavra que prevalece no vocabulário cristão. Os missionários a conhecem muito bem. Os que os enviam também a conhecem de sobra. O médico que deixa a cidade para trabalhar no hospital na selva já pronunciou essa palavra. O mesmo acontece com o tradutor da Bíblia que mora longe de casa. Os que alimentam os famintos, os que ensinam os perdidos, os que ajudam os pobres, todos eles conhecem o termo "adeus".
Aeroportos. Bagagem. Abraços. Luzes de ré sumindo na distância. "Diga até logo para a vovó." Lágrimas. Estações rodoviárias. Cais marítimos. "Adeus, papai." Gargantas contraídas. Balcões de passagens. Olhos molhados. "Escreva!"  Perguntas: Que tipo de Deus colocaria as pessoas em tal agonia? Que tipo de Deus lhes daria famílias e depois pediria que as deixasse? Que tipo de Deus lhes daria amigos e depois pediria que lhes dissesse adeus?  Resposta: Um Deus que sabe que o amor mais profundo não é construído sobre a paixão e o romance, mas sobre uma missão e um sacrifício comuns.  Resposta: Um Deus que sabe que somos apenas peregrinos e que a eternidade está bem perto e que qualquer "Adeus" é na verdade um "Te vejo amanhã".  Resposta: Um Deus que também fez isso. "Mulher, eis aí o teu filho." João abraçou Maria um pouco mais apertado. Jesus estava pedindo que fosse o filho que uma mãe precisa e que de certa forma ele não fora.  Jesus olhou para Maria. Sua dor tinha uma origem muito mais profunda que os pregos e espinhos. Em seu olhar silencioso eles trocaram de novo um segredo e ele disse adeus.

Texto de Max Lucado