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Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos. Provérbios 16:3

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

VIDA NO LAR

A lei do amor deveria governar nossa vida no lar e todas as outras partes da nossa vida. Vamos ler o que Jesus disse no Evangelho de João. 

(Disse Jesus) Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros. 
João 13.34-35

Jesus tinha mais a dizer sobre amor no Evangelho de João capítulo 14.

João 14.15,21,23,24
15 (Disse Jesus) Se me amais, guardareis os meus mandamentos...
21 Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele.
23 Respondeu Jesus: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele E FAREMOS NELE MORADA.
24 Quem não me ama não guarda as minhas palavras; e a palavra que estais ouvindo não é minha, mas do Pai, que me enviou.

Novamente no Evangelho de João, capítulo 15, nós vemos Jesus enfatizando a lei do amor.

João 15.10-12
Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço. Tenho-vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo. O meu mandamento é este: QUE VOS AMEIS UNS AOS OUTROS, ASSIM COMO EU VOS AMEI.

Jesus está sendo muito objetivo conosco – estamos amando uns aos outros, como ele tem nos amado! Ninguém pode fazer isto exceto pessoas nascidas de novo. Ninguém pode fazer isto exceto pessoas que são novas criaturas em Cristo. Uma pessoa não regenerada não pode amar como Cristo ama. Nós temos que ter o amor de Deus vivendo em nós. Rm 5:5 diz que o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo. Uma pessoa nascida de novo pode amar como Cristo ama!

EFÉSIOS 5.2
E andai em amor, como também Cristo NOS AMOU E SE ENTREGOU A SI MESMO por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave.

Uma outra tradução diz: “uma oferta e um sacrifício a Deus com o odor de uma fragrância”. Jesus deu a si mesmo por nós como uma oferta e sacrifício em aroma doce e agradável a Deus. Por causa do seu grande amor por nós, podemos amar os outros.
Todas estas escrituras nos admoestam a andar em amor, e ter a lei do amor operando na vida do lar e nos nossos casamentos. Deveríamos andar no amor divino em cada área da nossa vida, incluindo nossos casamentos.
O marido deveria dar de si mesmo para sua esposa, como Cristo se deu para a Igreja. E a esposa deveria se dar para seu marido, como também Cristo deu a si mesmo pela Igreja. Isto é realmente andar em amor e guardar os mandamentos de Deus. Quando o marido e a esposa se dão um ao outro, eles estão rendidos no altar de casamento. E os dois tornam-se um em Cristo, cada um vivendo para o outro e se abençoando.

A Atmosfera do Lar

Efésios 5:22 e 23 diz: “As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo”. O marido deve tomar o lugar como o cabeça da esposa em Cristo, como Cristo é o cabeça da Igreja. Também a esposa deve tomar seu lugar como ajudadora como Deus planejou no jardim do Éden. A esposa assume a responsabilidade da casa. Ela é a rainha do lar.
Como estudamos no Capítulo 3, algumas vezes as pessoas tomam estes versículos em Efésios de forma muito legalista. Eles compreendem a “letra da lei”, mas não compreendem o Espírito dela. Eles pensam que o marido é para ser o ditador da casa, dominando a esposa e falando o que é para ela fazer. Uma outra tradução de Efésios 5:22 diz: “esposas, andem em amor com seus maridos, como Cristo também andou em amor por você”. Não é isto que faz mais sentido? O marido é o base de amor da esposa, assim como Cristo é o base de amor da Igreja. Exatamente como a Igreja está sujeita a Cristo, a esposa está sujeita ao seu marido em tudo.
Todos as angústias, todas as lágrimas, todos os sofrimentos da vida doméstica surgem da fonte do egoísmo. Mas quando tanto o marido com a esposa se rendem ao senhorio do amor divino, eles estão rendidos a Deus, porque Deus é amor. E Deus enche a casa com amor.
Lembre-se, lemos no Evangelho de João que Jesus disse: “Se você guardar Meus mandamentos de amar um ao outro, Meu Pai e eu viremos e faremos nossa morada com você”. (Jo 14:23; 15:10-12). Portanto, as pessoas chegando na sua casa deveriam sentir a Presença de Deus.

Minha tia, a única irmã da minha mãe, era uma secretaria do prefeito da cidade. E meu tio, único irmão da minha mãe, era vice-presidente de um dos bancos da cidade. Agora minha tia e meu tio não lembravam de mim pregando no interior como um pregador batista. Mas quando eu me envolvi com os “santos fervorosos que caem no espírito e que falam em outras línguas” (Que é como eles os chamam pelas costas), eles disseram que eu era uma vergonha para toda a família. 

Eu nunca disse uma palavra de retaliação; Eu simplesmente permaneci manso, gentil e andando em amor. Fui dirigido por Deus a nunca dizer uma única palavra para algum dos meus parentes sobre ser salvo. Nunca disse uma palavra a eles! Nunca os convidei para vir e me ouvir pregar ou até mesmo para ir à Igreja. 

Agora você terá que averiguar por você mesmo o que fazer na sua própria família, porque cada situação é diferente. Eu creio que o nosso maior testemunho é nossas ações.
Eu sabia que quando meus parentes vissem algo real em mim, todos eles iriam querer aquilo. E você sabe o que aconteceu? Cada um deles me seguiu!
Agora, isto não significa que não devemos testemunhar verbalmente, mas penso que devemos ser sábios quanto a isto. Algumas pessoas estão só tagarelando o tempo todo e não vivem corretamente. Há um velho provérbio chinês que diz: “Suas ações falam tão alto, que eu não posso ouvir o que você está dizendo”.

Minha tia disse certa vez: “Você nunca me verá descer lá naquele Tabernáculo do Evangelho Pleno”. Mas no decorrer do tempo, durante um período de onze anos, minha tia disse para minha mãe: “Sabe, deve haver alguma coisa com aquele batismo com o Espírito Santo e aquele falar em línguas. Tenho observado durante todos estes anos que os filhos de Kenneth nunca estão doentes”.

Agora de vez em quando meus filhos tinham pequenas enfermidades, mas nós sempre obtivemos a vitória sobre elas. Nós nunca tivemos uma doença prolongada em nossa casa. Meus parentes estavam doentes. E mesmo outras pessoas do Evangelho Pleno estavam doentes, porque eles não tinham aprendido a andar na plenitude daquilo que Deus tinha para eles. 

Em onze anos de vida matrimonial, minha tia nunca veio para nos visitar. Mas na época que eu estava fora no campo ministerial, ela decidiu vir. Após sua visita, ela disse a minha mãe: “Sabe, ir naquela casa é quase como ir ao céu. Você pode sentir a presença de Deus. Eu disse que nunca iria àquele Tabernáculo do Evangelho Pleno, mas eu agora vou”. E ela foi.
Se Deus está vivendo num lugar, qualquer pessoa sentiria Sua presença, Jo 14.23 diz: “... nós viremos a ele e faremos com ele morada”. Deus o Pai e Jesus virão e farão morada em você. Eles viverão em você. Quando tanto o marido com a esposa se rendem ao senhorio do amor, Deus enche a casa.

O Poder das Palavras

A atmosfera da casa é criada por palavras. As palavras ficam na atmosfera por um longo tempo mesmo depois que as pessoas tenham ido embora.
Uma vez, minha esposa e eu estávamos viajando num outro estado. Estávamos no nosso caminho para começar uma reunião. Minha esposa disse: “Nós temos que parar e ver Irmão e Irmã tal e tal”. Eles eram pastores de uma igreja que há quase onze meses tínhamos ministrado numa reunião. 

Eu disse: “Não sei. Estamos com pressa”. Tínhamos um culto à noite e já era tarde. Mas uma vez que a residência pastoral era apenas duas quadras da auto-estrada, pensei que de qualquer maneira não causaria prejuízo ir cumprimentá-los.
Então, saímos da estrada, e em questão de segundos, nós estávamos na casa deles. Nós passamos pela rua e não vimos nenhum carro. A garagem estava fechada. Eu disse: “Eu acho que eles não estão em casa. Mas de qualquer maneira eu tocarei a campainha”.
Quando eu toquei a campainha, ninguém apareceu. Então eu a toquei novamente, e depois eu a toquei uma terceira vez. Desta vez, eu ouvi alguém vindo. Eu esperei, e o pastor abriu a porta. Ele e sua esposa estavam deitados tirando uma soneca. Então quando ele nos viu, eu disse: “Não permita que perturbemos vocês”. 

Ele disse, “Nós estávamos descansando. Entrem; minha esposa quer ver vocês. Apenas sente aqui na sala de estar, e nós viremos num instante”.
Então nos sentamos na sala de estar enquanto ele foi buscar sua esposa. Sem nenhum de nós dizermos nada para o outro, nós percebemos que palavras ásperas tinham sido faladas na casa. Nós percebemos exatamente a mesma coisa no mesmo momento. Nós podíamos sentir isto na atmosfera.

Se você pode sentir a presença de Deus, você pode sentir outras coisas do mesmo jeito. Nós soubemos mais tarde que eles tinham tido uma desavença que quase acabou com o casamento deles. Mas graças a Deus eles recusaram tal coisa juntos.
Tanto o marido como a esposa não tinha se rendido ao senhorio do amor. Se palavras de amor têm sido faladas na casa, haveria uma atmosfera de amor lá ao invés de aspereza. Se as pessoas pudessem aprender somente isto! Se o amor está nas palavras dos pais, então seus filhos serão frutos daquelas palavras de amor. 

Por muitas vezes, nós temos tido pessoas dizendo para nós, “Eu tenho um adolescente, e nós não podemos fazer nada no mundo por ele. Ele não vem para a igreja e assim por diante”. Pessoas têm pensado que nós entenderíamos seus dilemas porque nós também tínhamos um filho adolescente. Mas nosso filho não era daquele jeito. Se ele ia num lugar qualquer, ele falaria à sua mãe onde estava indo e quando ele estaria voltando. E ele estaria de volta na hora que ele dissesse. Ele não partiria e deixaria sua mãe e irmã tarde da noite sem lhes dar assistência. Ele ficaria em casa quando precisasse estudar, e nada poderia impedi-lo de ir para a igreja. 

Veja, ele era um cavalheiro. E a razão porque ele era um cavalheiro era porque eu tinha sido um cavalheiro na frente dele. Eu sabia que ele seguiria meus passos. Quando seus filhos são criados na educação e admoestação do Senhor, e você está andando com o Senhor, eles farão o mesmo. A Bíblia diz: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele”.(Pv 22:6).

Quando Ken era um adolescente, ele percebeu que muitos dos adolescentes rebeldes na sua escola aciiam coincidiam ser filhos de pregadores. Ele disse para mim, “Pai, eu sei exatamente qual é o problema. Eu converso com estes filhos de pastores”.
Ken tinha feito apenas dezesseis anos e tinha adquirido sua carteira de motorista. E eu tinha acabado de comprar um carro novo. Visto que eu estava pregando fora, Ken dirigiu o carro novo do Texas para a Costa Oeste com minha esposa e nossa filha Pat. Alguns dos filhos dos pastores que Ken conhecia disseram, “Quer dizer que o seu pai deixa você dirigir?”.
Ele disse: “Por que, é claro”.

“Bem, nosso pai nunca nos permitiria dirigir”. Veja, esta é a razão porque eles fazem o que fazem. Você tem que colocar sua confiança nos seus filhos. Você tem que construir confiança neles.
Então eles disseram: “Quer dizer que o seu pai joga com você?”
Ele disse: “Sim, claro”.

“Oh, nosso pai nem sequer nos permite jogar”. Esta é a razão porque eles ficam desenfreados quando saem sozinhos.
“Quer dizer que seu pai sai e joga futebol com você? Ele joga com uma bola e um bastão de baseball? E as pega?”
Ele disse: “Sim, claro”.
“Nosso pai não nos permitiria jogar bola”. É por isso que eles são o que são. Seus pais não têm tempo para eles. Muitas vezes esta é a razão pela qual os pais têm perdido seus filhos.
Quando Ken terminou o segundo grau, eu sentei com ele e disse: “Filho, eu tenho lhe ensinado o que é certo. Agora você pode ir onde você quiser ir e fazer o que você quiser fazer. Você está com dezenove anos de idade. Se você não souber disto agora, então nunca saberá”. Nós ainda não tivemos problemas. Eu não quero dizer que ele era um anjo e fazia tudo perfeito. Ele errou e falhou, mas ele sempre voltava para o que tinha sido ensinado. 

Nossos filhos nunca foram rebeldes. Eles eram crianças, e você não pode colocar a cabeça de um adulto numa criança. Mas as palavras certas eram faladas no lar. Andávamos em amor uns com os outros. Nosso lar era cheio do amor de Deus. Que diferença isso faz! Quando tanto o marido como a esposa se rendem ao senhorio do amor, Deus enche a casa.
Efésios 5:28-30 nos guia para o verdadeiro coração do casamento.

EFÉSIOS 5:28-30
Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama. Porque ninguém jamais odiou a própria carne; antes, a alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a igreja; porque somos membros do seu corpo.

Paulo usa a ilustração de Cristo e a Igreja novamente. A Igreja é o Corpo de Cristo. Cristo ama seu Corpo? O Senhor ama seu Corpo. Ele nutre e cuida dele. Então o marido deveria nutrir e cuidar da sua esposa. O marido deveria amar sua esposa como ele ama seu próprio corpo. Ele deve nutrir o corpo dela como Cristo nutre Seu Corpo, a Igreja.

Seja um Exemplo para seus Filhos

Toda casa deveria ser o templo de Deus. Jesus disse: “Respondeu Jesus: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e FAREMOS NELE MORADA” (Jo 14:23). Esta é a visão de Deus para o Corpo de Cristo! Ele quer fazer Sua morada conosco.
Então a casa onde os bebês deveriam nascer é a casa de Deus. Quão sagrado é o lugar onde os pequeninos de Deus vivem! Cada criança tem o direito de nascer de uma mãe piedosa e num lar piedoso.
Os homens e mulheres perversos têm o direito de trazer bebês inocentes para um lar onde a criança será amaldiçoada pela influência de seus pais? Bem, legalmente eles têm, mas moralmente não. 

Um pai tem o direito de satisfazer seus próprios desejos egoístas em ter maus hábitos que irão prejudicar os filhos que nascerão, filhos que um dia seguirão os seus passo? Não, cada pai tem o dever de fazer com que seus filhos andem com Deus! Veja em Colossenses 3.21: “Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não fiquem desanimados”. Temos uma responsabilidade para com os nossos filhos.

Anos atrás, eu ouvi esta ilustração, que é uma história verdadeira. Nos dias da proibição, um certo homem tinha uma destilaria; ele estava fazendo uísque e vendendo. Ele decidiu ir ao celeiro para conferir. Estava nevando e a neve estava intensa.
Ele olhou ao redor, e seu filho pequeno que estava com quase cinco anos estava seguindo-o – andando exatamente nas suas pegadas. Ele disse: “Filho, volte. A neve está muito intensa para você”.

Ele disse: “Oh, papai, estou andando nas suas pegadas”.
Este homem estava convicto de que tinha sido salvo, ao ponto que destruiu sua destilaria. Ele reconheceu que seu garoto de cinco anos de idade estava crescendo, seguindo seus passos.
Na maioria das vezes é isto que acontece. Há exceções, é claro, mas na maioria das vezes, é exatamente isto que acontece. Cada pai tem o dever de fazer com que seus filhos andem com Deus. Novamente, Colossenses 3.21 diz que os pais não devem provocar a ira dos seus filhos, ou eles serão desencorajados. Deus está falando aos pais que trazem filhos ao mundo e os destroem com influências e maus exemplos.
Efésios 6.4 diz: “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor”. Uma outra tradução diz: “Os crie numa amável influência e na admoestação do Senhor”. 

Muitas vezes eu tive que pedir a Ken (mesmo quando ele era um garoto pequeno) para que ele me perdoasse. Eu tinha que dizer para ele: “Eu errei. Agora, o que eu fiz estava certo. Eu deveria ter corrigido você, mas eu fiz da forma errada. Eu me irei, me perdoe. Eu me arrependo”. Era importante que eu pedisse ao Ken que me perdoasse, assim, eu não o provocaria à ira. Isto é o que Efésios 6.4 quer dizer. 

Quando os filhos vêem a lei do amor operando nos seus pais, eles caminharão na luz disso. Eu creio que esta é a razão pela qual nunca tivemos nenhum problema maior com nossos filhos.
Eu falei pra você a história do meu cunhado no Capítulo 1. Ele e minha irmã tinham dois filhos. Uma noite eu estava tendo um estudo Bíblico na casa de alguém e meu cunhado decidiu vir. No nosso caminho de volta para casa depois do Estudo Bíblico, começamos a conversar. Eu conversei com ele sobre sua família. Ele ouviu e chorou. Lágrimas estavam correndo na sua face. 

Eu disse: “Doc, você sabe, você tem dois filhos pequenos, apenas com dezenove meses de diferença”. Agora eu tinha testemunhado a ele sobre o Senhor quando eu tive oportunidade. Eu não instigava o assunto; ele traria por si mesmo.
Eu disse a ele: “De um ponto de vista como um ser humano, eu senti profundamente sobre isto, porque meu lar foi desfeito. Eu fui deixado como um garoto órfão, sem pai, sem um modelo masculino em minha vida desde o momento que eu posso lembrar até estar com dezessete anos de idade”.

“Ninguém me deu nada. Minha tia uma vez me deu dez centavos – uma vez em dezessete anos! Eu sei o que significa sofrer como uma criança. Passar fome e privações. Mas eu tinha o suficiente para me levantar e mesmo com uma fraca condição física me arrastando e arrancar ervar daninhas no jardim de flores dos vizinhos por dez centavos.

“Minha mãe tentou levar a carga por quatro filhos, mas por anos ela esteve doente. E quando meu pai partiu, ela teve um colapso nervoso. Aos nove anos fui viver com minha avó. Minha avó me amou, mas minha tia que estava com trinta anos de idade ainda estava vivendo em casa na época. Devido ao ciúme minha tia queria toda a atenção, e então, ela não me mostrou nenhuma afeição. Eu não conhecia nada sobre o amor natural”.

Eu falei para Doc, meu cunhado, que ele estava nos passos do meu pai – saindo com mulheres, bebendo, e apostando seu dinheiro. Eu disse a ele: “Por causa dos seus filhos, se concerte diante de Deus. Eu tive no lugar dos seus filhos e conheço a dor e o sofrimento”.
Ele chorou e chorou; lágrimas caíram do seu rosto. Mas ele não mudou nada na vida dele ainda assim. Quando seu garoto estiver com nove anos de idade, ele começara a regredir ao invés de progredir. Ao invés de crescer e parecer como uma criança de nove anos, ele começará a parecer como se ele estivesse com sete anos de idade. 

Eu fiz o meu melhor para combater aquela situação. Jejuei e orei. Permaneci muitas horas tentando obter a cura para o garoto dele. O Senhor me disse: “O espírito da criança está todo certo. Mas ele tem sífilis no cérebro. Ele pegou isso do seu pai”. Eventualmente o menino tem que ser colocado numa casa de recuperação.

Algum tempo depois, minha esposa e eu estávamos participando de uma convenção na mesma cidade que o garoto estava, e então nós fomos vê-lo. O superintendente da casa que também era doutor. Ele disse para mim: “Reverendo, você sabe o que há de errado com a criança?”

Eu disse: “Sim, Senhor. Eu sei”.
Ele disse: “O garoto está aqui por dois anos, mas nós apenas recentemente descobrimos o que está errado com ele”.
Ele disse: “Você sabe?”
Eu disse: “Sim, sei”.
Ele disse: O que é há de errado com ele?”
Eu disse: “Ele tem sífilis no cérebro”.
Ele disse: “Você não é médico; Como você soube?”
Eu disse: “O Espírito Santo me falou”.
Ele disse: “Ele deve ter, porque nós não conseguimos encontrar o que estava errado com ele por dois anos”.

Então o doutor disse: “Você diz para alguém da família que se eles quiserem vê-lo, é melhor que eles venham e vejam-no agora, porque ele não tem possibilidade de viver muito tempo”.
Eu voltei para casa e falei a aqueles que estavam interessados. Eu e minha esposa estávamos andando na rua, e vimos seu pai. Ele estava com trinta e sete anos de idade na época, mas estava com o corpo todo tremendo como um homem velho. Ele permaneceu lá e chorou. Oportunidade negligenciada traz remorso, tanto na vida dos pecadores como na dos cristãos.
Quando ele chegou perto de nós, disse: “Ken! É você?”
Eu disse: “Sim, sou eu Doc”.

Nós estávamos na rua. Pessoas estavam ao redor. E ele começou a chorar: “Onde está meu garoto? Você sabe onde ele está?”
Eu disse: “Sim, eu sei onde ele está”. Então eu falei para ele o que o médico tinha dito. “Se você está indo vê-lo, você terá que ir agora mesmo”. Ele começou a gritar na rua! Oh, o tormento das oportunidades negligenciadas!
Ele gritava: “Há algo que eu po
ssa fazer? Posso ajudar meu garoto? Há algo que eu possa fazer por meu garoto?”

Eu disse: “Não, não há nada que você possa fazer”. Você poderia ter feito algo. Você deveria ter feito algo. Eu tentei-o levar a fazer algo. Mas você não me ouvia”.
Eu lembro quando meus filhos nasceram. Quando o Ken nasceu, tomei aquela pequena criança em minhas mãos e disse, “Querido Pai, Obrigado por ele. Eu reconheço que como sustento esta pequena criança em minhas mãos, eu sustento a vida em minhas mãos – não apenas uma vida física, mas um espírito. Eu sei que sou responsável para treiná-lo bem, para viver correto diante dele, e deixar um exemplo para ele. Eu sei que como resultado do meu treinamento, ele poderá ir para o céu ou para o inferno quando ele morrer”. Isto é um pensamento solene, mas eu sabia o que a Bíblia dizia. Eu tinha visto isto com meu pai e com outros. Era importante para mim, viver correto na frente das crianças. 

Eu realmente sempre cri que poderia fazer o que a Bíblia dizia que eu poderia fazer. Decidi treinar meus filhos na disciplina e na admoestação do Senhor. A Bíblia diz: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Pv 22.6).
Então eu disse: Esta criança crescerá forte, saudável, e sem doença e enfermidade. Ele se desenvolverá mentalmente alerta e forte espiritualmente. Amém”
Ele estava com duas horas e meia de nascido quando orei esta oração. Eu nunca tive que orar outra oração. De fato, eu acho que orei meia dúzia de vezes por ele. 

Eu disse a mesma coisa a Deus quando minha filha Pat nasceu. Eu me comprometi em fazer minha parte, de viver correto diante dela, e andar em amor. Eu disse ao Senhor que a treinaria na disciplina e na admoestação do Senhor. Nunca orei por nenhum dos meus filhos para que eles fossem salvos. Por quê? Eu já tinha dito isto. Eu sabia que eles seriam. Nunca me ocorreu o pensamento de que eles não poderiam ser salvos. 

Agora se eu tivesse saído com outras mulheres e os deixado, e vivesse como o diabo, então eu não teria direito de clamar nada. Eu teria perdido minha autoridade espiritual e meus direitos.
Mas ambos os meus filhos foram salvos na infância. Ambos foram cheios com o Espírito Santo. É claro, eles eram crianças. Você não pode colocar a cabeça de um adulto numa criança. Mas nunca tivemos alguns dos problemas que os outros têm.
Eu creio em fazer confissões certas. Mas veja, a confissão certa não vai trabalhar até que eu faça esta outra primeira. É ai onde as pessoas se perdem. Eles não colocam as leis corretas em ação. Elas permanecem fazendo confissões e nada acontece, porque elas não estão vivendo certas. Então não vai funcionar. 

Eu estava com vinte e dois anos de idade quando Ken nasceu e estava pastoreando uma igreja na época. Eu predisse – não com base em revelação, mas com base no conhecimento da Bíblia – no que Ken iria se tornar. Eu também predisse que os bebês que eram nascidos das pessoas da minha igreja iriam se tornar. Como fiz isso? Eu prestava atenção se os pais eram “praticantes” da Palavra (Tiago 1.22-26). Eles andam na luz da Palavra? 

Muitos eram apenas “ouvintes” da Palavra. Eles não andavam no amor de Deus nas suas casas. E você sabe de uma coisa? Eu nunca errei com relação a nenhum deles. Quando aquelas crianças estavam todas crescendo, minhas predições eram cem por cento precisas. Eu predisse que se seus pais continuassem vivendo como eles estavam e não andando em amor – mesmo assim eles seriam salvos e cheios do Espírito – seus filhos iriam ser da mesma forma. 

Os filhos são a herança de Deus numa casa. Quando uma criança nasce, o pai e a mãe não mais vivem para eles mesmos. Eles estão vivendo para esta nova vida que a união deles trouxe a existência. O filho é para reproduzir os pais na sua própria vida. Ele existe para ser uma combinação da força, amor e devoção do pai à mãe, e do amor, paciência e gentileza da mãe para com o pai, no fruto do amor. Porque as crianças são seres espirituais, e elas são eternas.

Treine Seus Filhos

Lembro-me de quando estava com 22 anos de idade, ensinava uma classe bíblica. Ken estava apenas com uns poucos meses de idade na época. Ensinava uma turma grande, formada por casais de 35 anos em diante. Um senhor gentil que estava com quase 67 anos de idade veio a mim. Ele tinha 2 garotas e um rapaz que já eram crescidos e casados. Eles tinham saído de casa já há algum tempo. 

Numa lição particular estava ensinando, o texto era Pv 22.6 – “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele”. Esta Escritura está no Velho Testamento. E no Novo Testamento, nós somos dirigidos a trazer nossos filhos na disciplina e na admoestação do Senhor (Ef 6.4). 

Bem, esse homem falou na aula e me disse: “Irmão Hagin, aquele velho profeta ou quem quer que seja disse para treinar uma criança no caminho que ele deve seguir e quando ele estiver velho, ele não se desviará dele, certamente ele não se perderá. Ele não disse?”
Eu disse: “O que você quer dizer? Que a Bíblia falhou?”

Ele disse: “Você sabe, minha esposa e eu ensinamos nossos filhos o que era certo. Nós os levávamos à igreja quando eles eram pequenos. Mas depois que eles se tornaram adolescentes, dizíamos a eles o que era certo. E eu estou relutante em dizer isto, mas é absolutamente verdade: Ambas as filhas se tornaram prostitutas, e o rapaz terminou numa penitenciária”. 

Respondi: “Irmão, primeiro você tem que se arrepender e pedir ao Senhor para o perdoar, porque isto não é apenas algo que os velhos profetas disseram; é a Palavra de Deus que está dizendo para você treinar seus filhos. Agora você disse que os guiou no que era certo. Você sabe o que a palavra “treinar” quer dizer?”

“Quando você era jovem na sua profissão, você treinou cavalos e mulas para trabalhar. Você apenas falava com aqueles cavalos e mulas que eles tinham que sair do celeiro para trabalhar? Você disse que eles tinham que arar? Não, você fez com que eles fizessem isso! Isto não quer dizer que você maltratava os cavalos e mulas. Tudo que você tinha que fazer era apenas pegar o cavalo ou à mula pela orelha e dizer o que fazer e iam para o lugar certo.
“Veja, você não tem que maltratar as crianças, mas você precisa treiná-las. Entretanto você não treinou seus filhos. É a absoluta a verdade!”

Bem, eu estou feliz por dizer que sua filha mais velha veio para os visitar, e eles conseguiram que ela viesse à igreja. E ela e o homem com quem ela estava vivendo, foram salvos, e então, eles se casaram. As pessoas que são salvas não deveriam viver juntas sem serem casadas. Pode haver pessoas que estão fazendo isto, mas elas não estão em comunhão com Deus. Se elas forem salvas, então elas apostataram. Mas graças a Deus que a filha desse homem e o homem com quem ela estava vivendo foram salvos, cheios com o Espírito Santo, e passaram a ser Cristãos maravilhosos. 

Deus tem uma maneira de nos ajudar de alguma forma, mesmo quando erramos o alvo. Se a Bíblia diz que é para eu treinar a criança no caminho que ela deve seguir, então eu posso fazê-lo. Se a Bíblia me diz para fazer algo, posso fazê-lo. Agora você treina seus filhos por dar um exemplo correto na frente deles – por viver correto na frente deles.
Uma vez Ken ganhou uma bicicleta nova, e ele aprendeu a andar nela. De fato, ele subia nela e começava a andar como um louco. Eu disse a ele que se ele não tomasse cuidado ele acabaria batendo em algo. E não seria culpa minha ou de qualquer outra pessoa, porque ele não estava prestando atenção ao que estava fazendo.

Então um dia, ele estava descendo na rua muito agitada, e um dos jogadores de futebol do segundo grau da escola vinha por uma avenida em frente à igreja. Este jogador de futebol estava empurrando a sua bicicleta. Ken estava na segunda série na época, e ele achava que os jogadores de futebol secundaristas eram realmente alguma coisa. Ele fez a volta para desviar o jogador de futebol, e de repente se chocou com a traseira do ônibus que eu estava dirigindo.
Veja, eu tinha confessado a Palavra sobre ele – que ele seria protegido. Mas ele tinha que fazer algo no natural; ele tinha que olhar para onde ele estava indo enquanto ele estava andando na bicicleta. Então isto só funciona quando cada um faz sua parte. Eu posso confessar e crer em Deus, mas há uma parte para se fazer no natural.

O mesmo é verdade no que diz respeito a uma criança defender a ela mesma. Eu sempre ensinava a Ken a não começar nada. Se ele fazia, se ele a começasse, então eu lidaria com ele. Mas se alguém o agredia, então a história seria diferente. Eu falei a Ken: “Filho, se você começar a briga, eu o castigarei. Mas, se alguém começar uma briga com você, você tem o direito de se defender. Eu não creio que a Bíblia ensina que você tem que ser um capacho para alguém que venha pra cima de você, apenas porque você é um cristão”.

Eu lembro de uma situação quando Ken estava no exército. Ele ficava no sábado à noite e poria em ordem seu beliche e o deixaria todo bonito e limpo, assim ele largava cedo no domingo de manhã e ia à igreja na cidade. Ele ficava com alguns amigos na igreja e não voltaria até o domingo à noite. O restante dos rapazes farreavam no sábado à noite e ficaram no domingo à noite para limpar a área deles e deixá-la toda pronta.

Por quatro domingos um após o outro, Ken chegava no domingo à noite e encontrava os rapazes ao redor do seu beliche, jogando cartas, bebendo suas cervejas, e assim por diante. Ele passava metade da noite deixando sua área pronta para a inspeção na manhã seguinte. Então, num domingo à noite ele entrou depois de quatro semanas suportando aquilo e disse: “Eu vou à cantina pegar uma coca. Quando eu voltar, será melhor que vocês tenham arrumado essa bagunça”. 

Quando Ken voltou, eles não tinham colocado em ordem a área dele. Ele entrou, apoiou suas pernas contra seu beliche, e o puxou com as mãos. Então ele o arremessou sobre três ou quatro deles. Ele recuou contra a parede, uns oito deles vieram atrás dele. Naquela ocasião, quatro outros rapazes que estavam tentando dormir pularam para fora dos seus beliches e disseram: “Nós nos surpreendemos por quanto tempo o pregador ia agüentar tal absurdo. Há cinco de nós e oito de vocês. A disputa era quase igual. Venham, se vocês querem brigar”.
Depois daquilo, os rapazes que tinham dado muitos problemas a Ken disseram: “Bem, o pregador virará sua face e aceitará isso como a Bíblia diz. Mas depois daquilo, ele fez algo”. Esta é o modo que ensinei meu filho a fazer. Ensinei-o a não ser odioso e a não brigar com as pessoas. Mas se ele não tiver outra escolha e eles queriam pegá-lo, eu acredito que ele tem todo o direito de se defender. 

Jesus ensinou isso quando ele foi ao templo e o defendeu. Eu não acho que Ele tinha palavras que eram doces quando ele pegou e expulsou aquelas pessoas do templo. Eu acho que Sua língua estava um pouco afiada.
E imagino que Seus olhos estavam um pouco arregalados. Ele estava chateado porque eles estavam desonrando a casa de Seu Pai. 

Veja crianças que brigam ficam furiosos por um minuto. E no próximo minuto elas estarão juntas brincando. E tenho percebido algo mais: Se os filhos encontram alguém que apenas faça corpo mole sem se defender, cada um pula nele e ele se torna o saco de pancada. Eu não acho que uma criança tem que agüentar isto. Eu acho que as crianças podem ser cristãs e ainda assim se defenderem.

A primeira vez quando eu aceitei o pastorado de uma Igreja do Evangelho Pleno nas terras negras do centro-norte do Texas em 1939, havia dois congregados que vinham à minha igreja. Aqueles eram dias de depressão, e os tempos eram difíceis. Então aqueles dois congregados iam para o Oeste do Texas e compravam instrumentos de uma fábrica que fazia cabos de madeira de martelo, machado, inchada e pá. Eles investiram entre vinte e cinco e cinqüenta dólares por mês. Isto não parece ser muito dinheiro agora, mas era o salário de um mês naqueles tempos. 

Então eles negociavam com cabos de madeira. Numa ocasião particular, eles tinham acabado de retornar do oeste do Texas com uma carga de cabos de madeira. Eles as colocaram atrás numa camioneta pick-up. Pararam numa de suas casas para passar a noite. Estavam ambos dormindo no mesmo quarto, mas separados. E começou a chover. Era torrencial a chuva, e um deles disse para o outro: “Temos que levantar e cobrir aquelas cabos de madeira”.

Os cabos eram de madeira, uma madeira verde, e algumas daqueles cabos quando o sol quente viesse de manhã, iam ficar empenadas. Então nenhuma deles estaria bom. Eles teriam que ser descartados. Alguém poderia dizer: “Oh, o Senhor cuidará dos cabos de madeira. Eu sou um crente”. Bem, aquele carregamento ficou exatamente como o companheiro disse. Todos eles ficaram empenados. O Senhor não tomou conta deles. Veja, você tem que ter um senso de fazer algo por você mesmo!

A Responsabilidade dos Pais

Na última igreja que pastoreei, havia uma família que tinha acabado de voltar à igreja. Eles estavam fora da igreja por anos. O pai veio ao altar, voltou à comunhão com Deus, e foi cheio com o Espírito Santo.
A filha mais jovem deles estava com onze anos. Aquela pequena garota nunca se desenvolveu direito. Ela era pequena, como uma criança com sete anos de idade, e também parecia que ela tinha uma mentalidade de sete anos de idade. De fato, ela brincava com outra criança de sete anos de idade. Esta pequena garota estava com um aprendizado lento e não podia passar na escola. Mas ela foi salva e cheia com o Espírito Santo. E pareceu que a mentalidade dela tinha crescido. Ela era uma garota muito doce. 

Bem, resignamos e deixamos a igreja. Quase três anos depois, eles tinham colocado esta pequena garota no hospital em Dallas. Eles queriam que viéssemos para orar por ela. Ela estava no balão de oxigênio e em coma. Os médicos pensavam que ela tinha um tumor no cérebro. Eles disseram que ela não ia viver por muito tempo. 

Então orei. Depois minha esposa e eu voltamos para nossa reunião. Mas eles nos chamaram novamente porque a garota piorou. Então oramos novamente.
Finalmente terminamos a reunião e nos dirigimos para casa. Quando chegamos em casa, nosso telefone estava tocando. Eles queriam que fôssemos ao hospital e impuséssemos as mãos nesta garota.
Eu fui ao hospital e removi o balão de oxigênio. Impus minha mão na testa dela e comecei a orar. 

Enquanto meus olhos estavam fechados, senti uma mão quente na minha mão, depois simplesmente tirei minha mão da cabeça dela. Pensei que talvez estava apertando forte. Pensei que talvez a mãe dela tinha tirado a minha mão da testa dela. Então fechei meus olhos novamente e coloquei minha mão de volta nela. Novamente, senti uma mão quente. Deste modo pela terceira vez conservei meus olhos fechados. Senti uma mão quente, mas não podia ver nenhuma mão. 

Eu disse para o Senhor: “Porque você tirou minha mão da cabeça dela?”
Ele disse: “Porque ela vai morrer”.
Eu disse: “Senhor Ela o ama. Eu a vi quando ela nasceu de novo e foi cheia do Espírito Santo. Porque ela vai morrer?”
Ele disse: “Ela tem um rim quase do tamanho de uma ervilha inglesa, e o outro rim é somente metade do tamanho que deveria ser. Ela não tem um tumor. Ela tem funcionado por toda a sua vida com apenas metade de um rim. Finalmente, este veneno tem se espalhado sobre todo o corpo e envenenou cérebro dela. Por isso que ela está em coma”.
Eu perguntei: “Bem, você não poderia curá-la?”

Ele disse: “Seus pais deveriam ter feito algo sobre isso antes dela nascer. Enquanto a mãe dela estava a carregando por nove meses, o pai dela deixou a igreja porque ele não gostou de algo que o pastor disse. Ele se desviou e onde quer que fosse, ele amaldiçoava o pastor. E a mãe dela estava correndo por toda parte espalhando fofoca sobre todos na igreja, ao invés de orar pela filha dela. Eles abriram a porta para o diabo. Simplesmente deixe a criança vir para casa, o céu. Eu quero tomar conta dela”. 

O marido e a mulher foram espiritualmente responsáveis. Eles não tinham que apostatar e falar mal do pastor. Eles não iam obter respostas as suas orações se eles estavam amaldiçoando um pregador. Eles não iam ter suas orações respondidas, se eles estavam andando por toda parte espalhando fofoca. Eles deveriam estar orando por aquela criança. Eles deveriam estar orando para que cada órgão, célula e tecido se desenvolvesse normalmente e para que ela fosse perfeita fisicamente. 

Os pais deveriam ter o melhor interesse por seus filhos no coração. Efésios 6.1 diz: “Filhos obedecei aos vossos pais no Senhor: porque isto é justo”. Conheço alguns filhos que foram salvos, mas seus pais não eram cristãos. Os pais deles os proibiram de ir à igreja. Isto não quer dizer que os filhos devem obedecer a seus pais se eles estão falando para fazer coisas que são pecaminosas e erradas. 

Observe o quê Paulo disse: “No Senhor”. Os filhos devem obedecer aos pais no Senhor. E andando em amor e cumprindo todas as promessas de Deus. Você pode então receber os benefícios de todas as promessas de Deus. Vamos olhar nos dois próximos versos em Efésios.

EFÉSIOS 6.2-3
Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e SEJAS DE LONGA VIDA SOBRE A TERRA”.


O benefício ou a promessa por se andar em amor é vida longa! Paulo está dizendo que se você faz isto, você pode experimentar cura e saúde. Quando eu disciplinava nossos filhos, sempre lia para eles esta escritura.

Eu dizia para o Ken: “Filho, não estou repreendendo você ou disciplinando você porque eu quero. Eu não faria nada fora disso. Eu tenho você como prioridade no coração. Quero que você esteja bem. Não quero que você termine num hospital. Eu não quero que você morra prematuramente. Quero que você viva uma vida longa na terra”. 

Se algum dos meus filhos fizesse alguma coisa errada. Eu dizia: “Se você fizer isto. Eu vou castigá-lo”. Então mantinha a minha palavra. Nunca voltava atrás na minha palavra. Mas não estava castigando eles todo dia. Não estava castigando eles uma vez por ano. Provavelmente bati em Ken apenas três ou quatro vezes na sua vida inteira. 

Lembro que Ken estava apenas com seis anos de idade. Falei a ele um dia cedo pela manha para esvaziar o cesto de lixo. À noite sempre orávamos com nossos filhos e líamos a Palavra com eles. Quando eles eram pequenos antes de eles começarem a escola, líamos para eles histórias bíblicas de um livro especialmente para crianças. Não líamos a versão King James da Bíblia para eles porque eles não entendiam aquilo. Mas líamos a história da Bíblia a cada noite e orávamos com eles antes deles se deitarem. 

Assim nesta noite em particular, depois que oramos minha esposa e Pat foram deitar. Geralmente tinha uma instante de livros e uma escrivaninha na sala de estar. Quando eles iam deitar quase às dez da noite, eu ia à sala de estar ler e estudar durante toda a noite.
Ken caiu da cama, e estava chorando. Ele disse: “Papai, quero que você me perdoe”.
Eu disse: “Por quê?”
Ele disse: “Bem, eu o desobedeci. Eu não esvaziei o cesto de lixo que você falou para mim”. Eu vi o cesto de lixo vazio e pensei que ele tinha o esvaziado mas não foi, mas penso que tinha sido a minha esposa.
Ele disse: “Onde está a escritura que fala sobre não estar doente e viver uma longa vida? Então li para ele. E ele disse: “Bem, quero viver uma longa vida. Quero que você me perdoe”.

Eu disse: “Bem, com certeza. Perdôo você. Mas vamos nos ajoelhar e orar, e o Senhor o perdoará. Não o castiguei. Eu não disse à ele que ia castigá-lo se ele não esvaziasse o cesto de lixo. Eu contei tudo isto para mostrar-lhe o quão sensível o coração dele era aos seis anos de idade. Era minha responsabilidade como pai ensiná-lo. Efésios 6.4 diz para guiarmos nossos filhos na amável influência e admoestação do Senhor”. 

Quando meu sogro foi embora, sabia por dois anos antes que ele ia morrer. O Senhor mostrou-me, então comecei a preparar minha esposa. Ela era a única filha que eles tinham, e ela era a bebê da família. Ela era a garota do papai. Eu sabia que seria duro para ela, então comecei a falar a ela. Comecei a dizer coisas como: “Amor, você sabe, seu pai está ficando velho. Ele não vai ficar aqui para sempre”. 

O pai dela só tinha um filho, e lembro quando ele estava morrendo, ele chamou seu filho para ir ao seu lado na cama. Eu fiquei ao lado na cama. Ele pegou na mão do seu filho e disse: “Filho, seu pai maltratou você?”
Ele disse: “Não, senhor”.
“Você ouviu seu pai maldizendo?”
“Não, senhor”.
“Você ouviu ele dizer palavras más?”
“Não, senhor”.
“Você ouviu falar uma brincadeira vulgar?”
“Não, senhor”.
“Filho,” ele disse: “Tenho eu falhado em deixar exemplos certos diante de você?”
Ele disse: “Não, senhor”. 

Eu não sabia o que ele tinha dito para ele, mas eu estava dominado. Senti-me no prejuízo. Meu pai partiu quando tinha seis anos de idade. Fui ao banheiro e chorei. Não podia suportar. Fui ao banheiro e chorei do fundo do coração. Vi que tinha falhado muito. Aprendi depois o que o pai também disse: “Filho, quero que você se reúna a mim lá no céu”. Seu filho não estava correto com Deus na época.
Pensei sobre tudo que ele disse. Eu decidi que quando viesse ao fim da jornada da vida, queria ser capaz de dizer para meu filho: “Deixei algum exemplo errado diante de você? Você me ouviu dizer alguma coisa que estava errada? Você me ouviu usar uma linguagem suja? Aquela foi a mais bonita visão que tinha visto na minha vida. Aquele jovem crescido estava segurando a mão do seu pai na dele. Eu estava feliz por ter assumido minha responsabilidade”.

Filhos que já são Adultos

Muitos pais estão vivendo uma situação onde eles nascem de novo tarde na vida, e seus filhos já estão com dezesseis ou dezessete anos. Se um filho já é adulto, como tratar com este filho? Tenho tido alguma experiência junto a este tipo de situação. Quando minha sobrinha estava com quinze anos de idade, ela veio morar conosco. O marido da minha irmã a tinha deixado com cinco filhos para cuidar, e quisemos ajudá-la.

Eu disse à minha sobrinha: “Agora, você sabe sou pastor de uma igreja antes de tudo. E há algumas coisas que você tem feito e alguns modos que você tem se vestido que você não pode mais, porque as pessoas vão pensar que você é a filha do pastor”. Não tentei colocar nenhuma pressão nela para que fizesse alguma coisa. Falei à ela e expliquei que debaixo das circunstâncias, haviam algumas coisas que ela simplesmente não poderia fazer.

Então me esforcei para colocar confiança nela – simplesmente como eu tinha com os meus próprios filhos. Houve momentos que tivemos que ensinar as coisas básicas a ela, mas finalmente ela foi salva e cheia com o Espírito Santo. 

Orávamos como família a cada manhã. Ela estava no segundo grau, e meus filhos estavam na ginásio. Agora eu não a pedia para orar. Dizia: “Você terá apenas que esperar porque sempre oramos e lemos um capítulo da bíblia antes da escola”. Ela ficava em pé junto à porta. Não tentei forçá-la a nada. Não a convidava para orar. 

Então depois de um tempo, ela veio para onde ela se sentava conosco. Ela não se ajoelhava, mas ela se sentava enquanto líamos a Bíblia e depois orávamos. Ela simplesmente se sentava lá. E depois de um tempo, ela se ajoelhava e orava. Nunca pedimos a ela para orar. Então logo depois, ela foi salva e cheia com o Espírito Santo. 

Quando os filhos são mais velhos você tem que exercitar sua fé, cercando-os com fé, e fazendo com que eles reconheçam que enquanto estão morando em casa tem certas regras e regulamentos que eles têm que ficar fiéis. E Você vai descobrir que mesmo naquela fase, eles ainda responderão a uma pequena disciplina. Você não teve a oportunidade quando eles eram mais jovens, mas ainda vai funcionar!

Um Pedido de Mãe

Numa Convenção de Homens de Negócios do Evangelho Pleno numa certa cidade grande, uma senhora veio a mim depois de uma das sessões de ensinos à tarde. Ela disse: “Irmão Hagin, quero que você me prometa algo”. 

Eu disse: “Bem, quero descobrir primeiro o que é”.
Ela disse: “Quero que você me prometa que orará a cada dia por meu filho. Ele está com quinze anos de idade, e não posso fazer mais nada com ele. Eu não tenho conseguido levá-lo à igreja. Ele está numa gangue, e estou temendo que eles estejam nas drogas. Ele sai e fica fora até as três e quatro horas da madrugada. Eu fico acordada pelas noites esperando o telefone tocar dizendo que ele foi colocado numa prisão”.
Eu a interrompi antes que ela pudesse falar algo mais sobre o quanto as coisas estavam ruins. Eu disse: “Não vou fazer isso”. 

Ela disse: “Você não vai fazer o quê?”
Eu respondi: “Eu não vou orar por ele, muito menos orar por ele a cada dia”.
Aquilo a surpreendeu. Ela disse: “Você não vai?”
Eu respondi: “Não senhora. Não vou lhe prometer que orarei por ele. Veja, em primeiro lugar isto não faria mudar nada, porque você anularia todos os efeitos pelo seu crer e falar errado. Não importa como muitas pessoas oram, visto que você permanece falando a ele que ele nunca alcançará nada, e que ele terminará no reformatório. Ele irá à penitenciária. Ele nunca fará isso”. 

Os olhos dela ficaram grandes. Ela disse: “Como você sabe que eu estava falando dessa maneira com ele?”
Eu disse: “Que para estar nesta bagunça que ele está, você teria que ter falado para ele entrar nisto”. Nós somos produto de palavras. Os filhos são produto de palavras. As palavras produzirão um rapaz amoroso e com educação. As palavras levarão um rapaz a querer ir à igreja, ou o manterão fora da igreja.

Ela perguntou: “O que estou fazendo?”
Eu expliquei: “Desde que você tem agido por tanto tempo desta maneira e porque ele já tem a idade que tem, simplesmente deixe-o em paz. Ele se ressente com o seu falar e por tentar dizer alguma coisa. Simplesmente deixe-o em paz. Não diga nada. Não pregue para ele. Não o importune”.
Eu disse: “Então mude seu pensamento e mude o seu falar. Em casa, mesmo quando você não souber onde ele está diga ‘eu o cerco com fé’. Você tem o cercado com dúvida – agora o cerque com fé. E mesmo que o seu coração não acredite nisso para começar, diga da sua cabeça e o seu coração vai começar a crer. ‘Eu não creio que ele vai para o reformatório. Eu não creio que ele vai para a penitenciaria. Eu creio que ele está vindo para Deus’. Eu creio! Declare o que você crer”.
Ela disse: “Bem, vou tentar”.
Falei à ela: “Não vai funcionar. Não vai funcionar se você tentar. Mas vai funcionar se você fizer. Jesus não disse que teria qualquer coisa que ele tentasse. Ele disse que teria qualquer coisa que dissesse”.
Aquela convenção foi em agosto. Os Homens de Negócios do Evangelho Pleno tinham uma outra convenção naquela mesma cidade no ano seguinte em outubro, catorze meses depois, e eu estava de volta para ministrar. 

Depois do culto da tarde uma senhora veio à mim e disse: “Irmão Hagin, você lembra de mim?”
Eu disse: “Não, eu encontro com muitas pessoas e honestamente não me lembro de você”.
Ela disse: “Oh, você lembra quando você esteve aqui há um ano e o abordei pedindo-lhe para orar por meu rapaz, e você me chocou por dizer que não oraria?”

“Eu quero lhe falar uma coisa. Aquilo funcionou! Agora, não parecia que iria funcionar. Ele ficou pior. Isto foi a coisa mais difícil que fiz, conservar minha boca fechada. Mas permaneci dizendo – cada dia falava, cada noite falava – ‘Eu o cerco com fé, creio que ele está vindo para Deus. Creio que as coisas irão funcionar corretamente na vida dele. Creio que ele não vai para o reformatório’. Minha cabeça dizia que era para onde ele estava indo por causa da turma que ele estava, mas disse do meu coração: ‘Ele não vai para o reformatório. Não creio que terminará numa penitenciária”.

Ela continuou: “Nós andamos naquele caminho por quase um ano, dez meses ou mais. Então um domingo de manhã, depois dele ter estado quase a noite toda fora, ele levantou-se. Geralmente ele estaria dormindo, mas ele levantou-se e veio tomar o café da manhã. [Ela era viúva]. E enquanto ele estava comendo, ele disse: ‘Mamãe, eu creio que irei à escola dominical com você está manhã’”. 

Ela disse: “Apenas agi desinteressadamente e disse: ‘Agora filho, você ficou acordado até muito tarde, você provavelmente precisa do seu descanso’”. (Antes ela ficava o importunando para ir à igreja).
Ele disse: “Não, eu quero ir”. 

Ela disse: “Bem, depende de você, mas você apenas esteve dormindo umas poucas horas”.
Ele disse: “eu quero ir”. E ele foi para a escola dominical e permaneceu na igreja.
Ela me disse: “No domingo de manhã seguinte, ele esteve fora até as quatro da manhã, mas novamente ele estava em pé para tomar o café da manhã”.
Ele disse para ela: “Mamãe creio que irei à escola dominical com você está manhã”.
Ela disse: “Filho, você esteve fora esta última noite. Você precisa do seu descanso, você sabe”.

Ele disse: “Bem, sim, mas posso ir. Estou indo”.
Ele foi para a escola dominical, ficou na igreja, e naquela manhã ele disse a ela: “Creio, que vou voltar com você à noite”. Quando o convite foi feito, ele foi ao altar e foi salvo.

Ela me falou: “Desde então ele foi cheio com o Espírito. Mas agora, simplesmente como ele era totalmente para o diabo, ele é totalmente para Deus. Ele está em chamas para Deus! Creio que ele vai se tornar num pregador! Eu lhe digo, ele é simplesmente um rapaz novo em folha. Eu tenho um rapaz novinho em folha”.
Ela disse: “Obrigada, em primeiro lugar eu quase que fiquei magoada porque você foi tão duro. Mas eu vi. Corrigi a mim mesma, e graças a Deus, eu consegui um filho novinho em folha”.
Ela disse: “Sabe, lhe direi algo mais. Ele está com uma mãe novinha em folha”.
Ela tinha sido salva e cheia com o Espírito Santo numa igreja do Evangelho Pleno por anos, mas ela me disse naquele dia: “Eu não penso como eu costumava pensar. Eu quase me belisco às vezes, e digo: ‘Isso realmente sou eu?’ Eu costumava me preocupar, preocupar, preocupar, preocupar. Agora eu não me preocupo mais”.
Ela continuou: “Não só isso, eu me sinto tão bem fisicamente, me sinto como uma jovem. Eu tenho conseguido força, vigor e vitalidade”. Quando ela começou a dizer a coisa certa, funcionou para ela. Jesus disse: “... ele terá qualquer coisa que disser” (Marcos 11.23).

Perdão
O capítulo três de Colossenses explica a Lei do Amor e a importância do perdão. Se você tem uma rixa com seu próprio cônjuge, você deveria perdoar a ele ou ela, exatamente como você perdoaria a qualquer outra pessoa.

COLOSSENSES 3.1-25
Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória. Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria; por estas coisas é que vem a ira de Deus [sobre os filhos da desobediência]. Ora, nessas mesmas coisas andastes vós também, noutro tempo, quando vivíeis nelas.

 Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar. Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou; no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos. Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. 

SUPORTAI-VOS UNS AOS OUTROS, PERDOAI-VOS MUTUAMENTE, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós; acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição. Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração, à qual, também, fostes chamados em um só corpo; e sede agradecidos. Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração. E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.

 Esposas, sede submissas ao próprio marido, como convém no Senhor. Maridos, amai vossa esposa e não a trateis com amargura. Filhos, em tudo obedecei a vossos pais; pois fazê-lo é grato diante do Senhor. Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não fiquem desanimados. Servos, obedecei em tudo ao vosso senhor segundo a carne, não servindo apenas sob vigilância, visando tão-somente agradar homens, mas em singeleza de coração, temendo ao Senhor. Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo; pois aquele que faz injustiça receberá em troco a injustiça feita; e nisto não há acepção de pessoas.

Quando você escolhe perdoar, o amor enche a casa. Quando você e seu cônjuge entregam-se a vocês mesmo à lei do amor, vocês estão se rendendo à Deus. E Deus enche sua casa com amor.

Não se importe com o que aconteceu no passado, você pode andar na luz da Palavra de Deus. Você pode criar uma atmosfera de amor e aceitação por encher sua casa com palavras de amor. Seus filhos serão afetados e todos aqueles que vierem entrar na casa de vocês sentirão a Presença de Deus

Extraído do livro 
Casamento, Divórcio e Novo Casamento
Kenneth E. Hagin

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